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'Surpreso' com permanência no Atlético-MG, André se esquiva do Big Brother

André fez um dos gols do Atlético-MG no jogo-treino contra o Minas Boca - Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro
André fez um dos gols do Atlético-MG no jogo-treino contra o Minas Boca Imagem: Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro

Victor Martins

Do UOL, em Vespasiano

22/01/2015 20h22

Afastado pela diretoria do Atlético-MG no final de 2014, o atacante André permanece na Cidade do Galo. No entanto, o jogador ainda luta por um espaço melhor no elenco. Na partida contra o Shaktar Donetsk ele não ficou nem no banco de reservas. No jogo-treino desta quinta-feira, contra o Minas Boca, o atacante até fez gol, mas só entrou em campo depois do intervalo. Não bastasse o que acontece em campo, André ainda se vê envolvido com o programa Big Brother Brasil.

A ex-noiva do jogador atleticano é uma das participantes. A mineira Aline Gostchalg entrou na casa poucos dias depois de romper o relacionamento com o atacante. Ela disputa a 14ª vaga com a brasiliense Júlia Nunes. Ao ser questionado se acompanha o Big Brother, André encarou com bom humor e deu uma resposta curta. “Sabia que teria essa pergunta”, comentou o atleta, antes da resposta definitiva. “Não!”.

Já quando o assunto é apenas o futebol, André revela que não esperava continuar na Cidade do Galo em 2015. Afastado em novembro do ano passado por indisciplina, o atacante revelou que recebeu propostas de outros clubes, até por isso se mostrou surpreso com a permanência no Atlético. “Se eu te falar que esperava estar aqui, estaria mentido. O que aconteceu foi bem resolvido e explicado, ficou no ano passado. É outro ano, outra presidência. É vida nova. Agora é focar em 2015, para fazer um grande ano”.

Como atualmente tem figurado na equipe C do Atlético, André já traçou a primeira meta da temporada: conquistar um espaço lista de inscrição na Copa Libertadores. A inspiração está dentro do próprio Atlético. André lembra a história de Dátolo, que começou 2014 se nenhum destaque e se tornou peça importante na equipe que conquistou a Copa do Brasil.

“Na maioria das vezes, quem começa o ano jogando, no final acaba não jogando. Um exemplo é o Dátolo, que começou a Libertadores como lateral e terminou como umas das referências no ataque”, disse André, que tem a receita para ganhar moral com Levir Culpi. “Tenho que fazer gol. Esses jogos treinos são importantes para quem não teve possibilidade de jogar. A gente não fica tão atrás. É focar, independentemente de quem seja o adversário”, finalizou.

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