PUBLICIDADE
Topo

Mauro Cezar Pereira

Palmeiras e Santos escalam reservas pensando na Libertadores em jogos ruins

Felipe Melo disputa com Talles Magno - Ettore Chiereguini/AGIF
Felipe Melo disputa com Talles Magno Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

26/01/2021 21h56

Derrotados no fim de semana por Ceará e Goiás, respectivamente, Palmeiras e Santos voltaram a campo quatro dias antes de decidirem a Libertadores, sábado, no Maracanã. Os palmeirenses empataram (1 a 1) com o Vasco, em São Paulo, enquanto os santistas perdiam para o Atlético (2 a 0), em Minas Gerais. Jogos protocolares, ruins.

Mesmo sem os titulares, os palmeirenses foram mais agressivos que os vascaínos, comandados por seu ex-técnico, Vanderlei Luxemburgo. Posse de bola equilibrada, mais finalizações e chances criadas do campeão paulista. A equipe carioca parecia mais simpática ao empate.

No Mineirão, o Atlético abriu vantagem no primeiro tempo com dois gols de Savarino aos 3 e aos 19 minutos, ainda buscou ampliar antes do intervalo e depois mudou. No segundo tempo, o Galo só arrematou contra a meta santista aos 24. Jogo fraco, que se arrastava àquela altura.

O Vasco foi ao Allianz Parque em busca de um ponto para abrir quatro da zona do rebaixamento, mesmo contra um Palmeiras desfalcado e com a cabeça na final de sábado. Não havia ambição pela paz que três pontos proporcionariam, exceto por uma jogada do jovem Gabriel Pec que fez Jaílson trabalhar.

Em Belo Horizonte, o Galo, derrotado pelos vascaínos no sábado, precisava aproveitar a chance diante do Santos reserva e, claramente, evitar riscos. Eram os três pontos na conta e fim de papo. Não era preciso ter segundo tempo em nenhuma das duas pelejas.

Siga Mauro Cezar no Twitter

Siga Mauro Cezar no Instagram

Siga Mauro Cezar no Facebook

Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube