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Presidente Gilvan rebate queixas e vê erros para os dois lados no clássico

Na opinião de Gilvan, arbitragem mineira teve erros para os dois lados no clássico - Wahington Alves/Light Press
Na opinião de Gilvan, arbitragem mineira teve erros para os dois lados no clássico Imagem: Wahington Alves/Light Press

Do UOL, em Belo Horizonte

29/03/2016 15h37

Apesar de não ter protocolado nenhum protesto na Federação Mineira de Futebol, como fez o Atlético, a diretoria do Cruzeiro mostrou-se tão insatisfeita quanto o rival em relação à arbitragem mineira no clássico do último final de semana. Para o presidente Gilvan de Pinho Tavares, Emerson de Almeida teve uma atuação boa, mas errou para os dois lados.

“Achei que ele foi muito bem, se errou foi para os dois lados. Reclamaram de possíveis expulsões, mas o zagueiro do Atlético deveria ter sido expulso no primeiro tempo. Em outro lance, o zagueiro tirou um gol do Cruzeiro quase em cima da linha dando uma bicicleta na cabeça do Manoel, o que seria pênalti também”, comentou Gilvan, referindo-se aos lances com os defensores Leonardo Silva e Tiago, respectivamente.

Durante a reunião para o clássico mineiro, Gilvan sugeriu que a arbitragem para a partida fosse de fora. Já a diretoria atleticana viu com bons olhos a utilização de um juiz ‘caseiro’, de modo a valorizar os profissionais mineiros. Após o clássico, no entanto, foi o Atlético que mais demonstrou insatisfação com a arbitragem, questionando duas possíveis expulsões de Allano e Cabral, que não aconteceram, além de um pênalti não marcado em Lucas Pratto.

“Tem que punir a Federação, que, no meu entendimento, errou duas vezes. Errou em não conversar com os clubes a respeito do que a Federação pensava. Por que colocar um árbitro de fora e um árbitro mineiro no sorteio e não colocar dois árbitros mineiros, ou dois árbitros de fora? Não entendi esse critério”, criticou Gilvan.

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