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Atlético-PR projeta duelos com Boca e River e lucro alto na Libertadores

Boca e River estão no destino do Atlético em 2019 - Denis Doyle/Getty Images
Boca e River estão no destino do Atlético em 2019 Imagem: Denis Doyle/Getty Images

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL

18/12/2018 13h09

O sorteio da Copa Libertadores colocou o Boca Juniors no caminho do Atlético-PR na fase de grupos. A definição fará com que o Furacão possa medir força com os dois maiores clubes argentinos nos primeiros meses do ano. Isto porque o Rubro-Negro também terá dois duelos contra o River Plate na Recopa, que opõe os campeões da Libertadores e da Sul-Americana - a Conmebol estuda ainda a realização de um jogo único, como será adotado nas outras competições.

Com alto poder de atratividade, a dupla Boca e River visitará Curitiba após mais de uma década. O River foi eliminado pelo Atlético na Sul-Americana de 2006, com um empate na Arena da Baixada (2 a 2) e uma vitória atleticana no Monumental de Nuñez (1 a 0). Já o Boca nunca atuou oficialmente contra o Furacão, mas os times se enfrentaram no Torneio Atlântico Sul de 1973, no Couto Pereira, com vitória atleticana por 2 a 1. 

Com lotação máxima na decisão da Sul-Americana contra o Junior, o clube levantou R$ 2.084.560,00 de renda, uma projeção que pode ser estimada nos duelos com os rivais argentinos. Para efeito de comparação, o clube ainda não acertou os direitos de transmissão do Paranaense 2019, mas, caso o faça conforme indicado pelo presidente do Conselho Deliberativo Mario Petraglia, receberá cerca de R$ 450 mil por todo o campeonato.

A chave da Libertadores ainda terá o boliviano Jorge Wilstermann e o colombiano Tolima. A primeira fase pagará aos mandantes um valor de US$ 1 milhão por jogo, o que joga a rentabilidade atleticana - sem contar a bilheteria - para a casa dos R$ 11 milhões, apenas pela primeira fase.

No campo, o campeão da Copa Sul-Americana terá pela frente o Boca vice-campeão da Libertadores, que ocupa a sexta posição no Argentino 2018/19, com 12 pontos a menos que o líder Racing. O Jorge Wilstermann terminou o Clausura Boliviano na quinta posição, mas foi o campeão nacional no Apertura, torneio do primeiro semestre. E também o Tolima, que ganhou notabilidade ao eliminar o Corinthians na Libertadores 2011, ainda na fase pré-grupos, e foi o campeão colombiano do Apertura, terminando o Clausura na terceira posição, eliminado nas semifinais depois de liderar na primeira fase. O campeão foi o Junior Barranquilla.
 

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