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Brasileiras fecham participação no Mundial com oitavo lugar no revezamento 4x100 m

Ana Cláudia Silva passa o bastão para Vanda Gomes no revezamento 4x100 m - Mark Ralston/AFP
Ana Cláudia Silva passa o bastão para Vanda Gomes no revezamento 4x100 m Imagem: Mark Ralston/AFP

Do UOL Esporte

Em São Paulo

04/09/2011 08h42

O Brasil fechou sua participação no Mundial de atletismo em Daegu com a oitava colocação do revezamento 4x 100 m feminino depois de se classificar com o recorde sul-americano na prova obtendo a marca de 42s94, e um momento conturbado na versão masculina da prova, com a equipe desclassificada após não conseguir passar o bastão no local correto.

A equipe brasileira formada por Ana Claudia Silva, Vanda Gomes, Franciela Krasucki e Rosangela Santos não conseguiu se aproximar de sua melhor marca na final e fez um tempo pior que o da semifinal, com 43s10.

A medalha de ouro na prova ficou com os Estados Unidos, na equipe formada por Bianca Knight, Allyson Felix, Marshevet Myers e Carmelita Jeter, com o tempo de 41s56, enquanto as jamaicanas Shelly-Ann Fraser-Pryce, Kerron Stewart, Sherone Simpson e Veronica Campbell-Brown ficaram com a prata em 41s70 e a Ucrânia levou o bronze com o tempo de 42s51 registrado pela equipe com Olesya Povh, Nataliya Pohrebnyak, Mariya Ryemyen e Hrystyna Stuy

"Saio feliz com a equipe e com nosso desempenho, acho que a gente pode melhorar muito no individual e por equipes também, competir em alto nível, com equipes fortes. A equipe é nova, média de idade é entre 20 e 22 anos e acho que serviu bastante de experiência", afirmou Ana Cláudia Silva ao Sportv após o oitavo lugar na final.

BRASIL SE ATRAPALHA E É DESCLASSIFICADO NO REVEZAMENTO MASCULINO

  • Martin Meissner/AP

Na prova masculina o Brasil não conseguiu avançar para a final, sendo desclassificado depois de cometer um erro na última passagem de bastão, entre Nilson André e Bruno Lins. Nilson André acabou caíndo e passou o bastão fora da área permitida.

A equipe brasileira que também teve Diego Cavalcanti e Sandro Viana culpou um toque do atleta de Portugal pelo incidente e a organização acabou também excluíndo também a equipe portuguesa, mas sem recolocar o Brasil devido à irregularidade e também pelo tempo que não seria suficiente para isso.