PUBLICIDADE

Topo

Relacionamentos

Como no clipe de Lexa e Sonza: Aproveite o sexo casual sem coração quebrado

Lexa e Luisa Sonza lançam novo clipe - Reprodução/Instagram @lexa
Lexa e Luisa Sonza lançam novo clipe Imagem: Reprodução/Instagram @lexa

De Universa

24/10/2020 13h49

No novo clipe lançado nesta sexta-feira (23), "Quebrar Seu Coração", as cantoras Lexa e Luisa Sonza alertam: "Se você vier falar de amor, vou recusar a sua ligação". Ou seja: como muitas mulheres —e cada vez mais—, as personagens só querem curtir, meu bem, sem se apegar.

Então, para ninguém sair em cacos, como sugere o vídeo visualizado mais de 870 mil vezes no canal do youtube de Lexa, Universa traz dicas para aproveitar ao máximo uma noite de sexo casual, sem compromisso. Ou lágrimas.

Primeiro você tem que querer o sexo casual em nome do prazer. E não é fácil, para muitos, dissociar prazer de intimidade afetiva. Fazer sexo sem compromisso pode ser libertador. Mas a falta de vínculos, as rejeições, as decepções, a pressão por acumular histórias para contar podem causar um imenso vazio e uma sensação de frustração. Esse foi, inclusive, um tema do Sexoterapia.

Certa do que quer, vá com vontade, se sentindo gostosa, sem pensar em agradar alguém, e, sim, a si mesma, já é um lucro, conforme ensina Mônica Bayeh, psicóloga clínica e psicoterapeuta, do Rio de Janeiro (RJ). E respeitar, claro, seus limites.

"Quando não existe uma ligação sentimental, ficamos livres da preocupação em agradar e em sermos apreciadas. Então, aproveite e agrade-se. Diga o que gosta, mostre como prefere ser tocada, dê vazão às fantasias mais escondidas", sugere a psicóloga Rejane Sbrissa, da capital paulista.

Agora, antes de se jogar sem compromisso, é importante tomar alguns cuidados. Denise Figueiredo, psicóloga do Instituto do Casal, aconselha deixar sempre alguém de confiança ciente de onde e com quem está.

E se o cara se mostrar meio bruto no jeito de beijar, de tocá-la ou até de conduzir a conversa, saia correndo! O ideal é fazer sexo casual só em ambientes seguros e com pessoas minimamente gentis e confiáveis. A sua vida vale muito para se arriscar quando os indícios mostram perigo", fala Lígia Baruch de Figueiredo, doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e coautora do livro "Tinderellas - O Amor na Era Digital" (Ema Livros).

Relacionamentos