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Violência contra a mulher

Policial envolvido na morte de Breonna Taylor é acusado de agressão sexual

Mulheres relatam agressões sexuais do policial Brett Hankison, envolvido na morte de Breonna Taylor - Reprodução/Facebook
Mulheres relatam agressões sexuais do policial Brett Hankison, envolvido na morte de Breonna Taylor Imagem: Reprodução/Facebook

De Universa

08/06/2020 22h12

Um dos três policiais envolvidos na morte de Breonna Taylor foi acusado de agressão sexual. De acordo com a People, as alegações foram levantadas por duas mulheres nas redes sociais nas últimas semanas e chamou atenção da polícia de Louisville.

Segundo declaração de um porta-voz da polícia para a revista, as supostas vítimas do policial Brett Hankison foram procuradas para que o departamento responsável possa iniciar e conduzir a investigação.

No Facebook, uma mulher relatou que, em abril de 2018, "um policial com quem eu havia interagido várias vezes em bares em St. Matthews me ofereceu uma carona para casa. Ele me levou para casa de uniforme, em seu carro, convidou-se para o meu apartamento e me agrediu sexualmente enquanto eu estava inconsciente. Levei meses a processar o que tinha acontecido e perceber que a culpa não foi minha".

Ela ainda completou: "Eu nunca o denunciei com medo de retaliação. Eu não tinha provas do que aconteceu e ele tinha vantagem porque era policial. Quem você chama quando a pessoa que o agrediu é policial? Em quem eles acreditarão? Eu sabia que não seria assim. mim".

Em mais um relato, publicado no Instagram, outra mulher descreveu: "Estava voltando para casa de um bar. Um policial parou ao meu lado e me ofereceu uma carona para casa. Pensei: 'Uau. Isso é tão gentil da parte dele'. E voluntariamente entrei. Ele começou a me agredir sexualmente, esfregando minha coxa, beijando minha testa e me chamando de 'bebê'".

Em março deste ano, Breonna Taylor, uma mulher negra de 26 anos, que trabalhava como técnica de emergência médica, foi baleada fatalmente por três policiais que executavam um mandado de busca, relacionado a tráfico de drogas.

Dois meses após a morte de Taylor, a família entrou com um processo "alegando acusações de agressão, morte por negligência e força excessiva. Em maio, o FBI informou que abriu investigação para apurar as circunstâncias da morte dela.

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