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Congressista dos EUA que teve fotos íntimas vazadas aponta "marido abusivo"

A deputada americana Katie Hill teve fotos íntimas vazadas lança suspeita por "marido abusivo" - Reprodução/YouTube
A deputada americana Katie Hill teve fotos íntimas vazadas lança suspeita por "marido abusivo"
Imagem: Reprodução/YouTube

Da Universa, em São Paulo

28/10/2019 23h20

A deputada americana Katie Hill, de 32 anos, chamou o marido de "abusivo" e disse que irá lutar contra a prática da chamada "pornografia de vingança", durante vídeo divulgado em seu canal no YouTube, hoje à tarde.

Katie Hill, representante democrata da Califórnia no Congresso dos Estados Unidos, anunciou ontem sua renúncia em uma carta publicada nas redes sociais. A decisão vem dias depois de fotos íntimas da congressista terem sido vazadas.

"Algumas pessoas chamam isso de ataque eletrônico, exploração digital. Outros chamam de pornografia de vingança. Como vítima, eu digo que é uma das piores coisas que podemos fazer as nossas irmãs e filhas", disse. "Vou lutar para garantir que ninguém mais tenha que viver o que acabei de passar", completou. (Assista ao vídeo abaixo)

As imagens da congressista foram divulgadas pelo site do jornal britânico Daily Mail após rumores de que ela e seu marido, Kenny Heslep, teriam se envolvido em uma relação a três com uma funcionária mais jovem de seu gabinete identificada como Morgan Desjardins. Em setembro, Heslep entrou com o pedido de divórcio.

Katie Hill acusa o marido de ser responsável pelo vazamento das imagens.

"Isto é o que precisa acontecer para que as boas pessoas que me apoiaram não estejam mais sujeitas à dor provocada por meu abusivo marido e pela brutalidade de agentes políticos odiosos que parecem trabalhar alegremente para um monstro que está conduzindo uma campanha de difamação construída em torno da exploração cibernética", relatou ela em sua carta.

Além disso, o Comitê de Ética da casa ainda investiga um suposto envolvimento da congressista com o diretor financeiro de sua campanha, Graham Kelly —os envolvidos negam. No fim de semana, a imprensa dos EUA ainda divulgou a informação de que Kelly teria recebido bônus de trabalho superiores aos de seus colegas de campanha

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