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Renato de Castro

Pandemia traz o novo desafio de aprender a dispersar as pessoas pela cidade

Renato de Castro
Imagem: Renato de Castro
Renato de Castro

Renato de Castro é expert em Cidades Inteligentes. É embaixador de Smart Cities do TM Fórum de Londres, membro do conselho consultivo global da Leading Cities de Boston e Volunteer Senior Adviser da ITU, International Telecommunications Union das Nações Unidas. Acumulou mais de duas décadas de experiência atuando como executivo global. Renato já esteve em mais de 30 países, dando palestras sobre cidades inteligentes e colaborando com projetos urbanos. Atualmente, reside em Barcelona onde atua como CEO de uma spinoff de tecnologia para Smart Cities.

29/12/2020 04h00

Passado o Natal, agora não tem mais volta! 2020 acabou! E viva! Preparamos outra entrevista especial para ajudar no aquecimento para 2021. Hoje, dando continuidade a séria "Aprendendo com os Líderes" vamos conversar com outro colega internacional da indústria das cidades inteligentes, o holandês Frans-Anton Vermast.

Desde 2008, Frans-Anton é consultor de estratégia sênior e embaixador do projeto Amsterdam Smart City. Ele é um especialista no tema e um dos grandes defensores do conceito de cidade inteligente com o foco nas pessoas. Ele acredita (e eu também) nas cidades como lugares mais habitáveis para seus cidadãos viverem, trabalharem e se divertirem.

Além disso, ele se especializou no desenvolvimento de smart cities como plataformas inovadoras abertas e centradas no usuário (cidadão), bem como abordagens holísticas e colaborativas tipo bottom-up (de baixo para cima), baseadas em um envolvimento completo dos cidadãos.

Alguns conceitos que eu venho desenvolvendo e compartilhando desde 2016 na minha teoria chamada de City SmartUp, que compartilhei com vocês em um dos meus primeiros textos da coluna em 2018, tem uma forte influência dos trabalhos do Frans-Anton em Amsterdã.

Vocês lembram das parcerias público-privadas com pessoas ou PPPPs que eu sempre menciono em textos e palestras? Eu ouvi falar pela primeira vez deste conceito em um evento em Melbourne, na Austrália, onde tive a oportunidade de dividir o palco com ele.

Seguindo a mesma linha da entrevista da semana passada, eu fiz três perguntas para nosso convidado:

  1. Qual a sua definição pessoal de cidade inteligente;
  2. O que ele espera a curto prazo para nossas cidades em consequência da covid-19;
  3. Como ele vê o mercado de trabalho para especialistas em cidades inteligentes no futuro.

Em um trecho da nossa conversa, Frans-Anton diz que uma das coisas que aprendemos com a pandemia é como dispersar melhor as pessoas pela cidade para que elas não estejam no mesmo lugar ao mesmo tempo.

Sem perder mais tempo, pois o ano está acabando, deixo vocês com Frans-Anton Vermast. O vídeo está em inglês, mas você pode optar pela legenda em português nas configurações do seu YouTube.

E não deixem de escrever nos comentários a sua opinião sobre a entrevista e se concordam ou não com o Frans-Anton. Ele me garantiu que irá ler e responder (em inglês ou holandês) a todas as perguntas.

Desejo a todos vocês um excelente fim de ano e uma entrada triunfal em 2021, o grande ano das oportunidades.

Um abraço e até a próxima semana, ou melhor, até o próximo ano!