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Cyberpunk 2077: 7 coisas que você provavelmente não sabe sobre o jogo

Depois de sofrer adiamentos, Cyberpunk 2077 chega em novembro de 2020, com uma versão "next gen" em 2021 - Divulgação
Depois de sofrer adiamentos, Cyberpunk 2077 chega em novembro de 2020, com uma versão "next gen" em 2021 Imagem: Divulgação

Daniel Esdras

Do GameHall

01/07/2020 04h00

Cyberpunk 2077 é um dos jogos mais esperados do ano e está na reta final de desenvolvimento. Se não rolar mais nenhum adiamento (rezamos para que não), ele chega em 19 de novembro para PC, Xbox One e PS4, com a versão "next gen" em 2021.

Como o jogo é extremamente denso e conta com um mundo aberto massivo, muitas informações acabam não ficando claras. O START passou a limpo tudo o que se sabe sobre o jogo até agora, e trazemos sete detalhes importantes que você talvez não tenha percebido.

1 - Há começos diferentes

Cyberpunk 2077 Criador de Personagens 1 - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077 - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077
Imagem: Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077

Cyberpunk 2077 vai permitir que você tenha começos diferentes de acordo com as escolhas na hora da criação do seu personagem. Além de toda a edição estética, você também vai poder escolher o passado do seu V.

São três as opções disponíveis: Nomad, Corporate e Street Kid. Cada um desses backgrounds coloca V em uma situação inicial diferente. O Nomad, por exemplo, começa fora de Night City, na região desértica que citamos acima. Como a maior parte dos Nomads, ele vai ter muita ligação com veículos e uma história relacionada com mecânica automotiva. Para todos os outros passados também há uma história inicial única.

Não ficou claro o quanto essa escolha afeta a progressão do jogo, se mais tarde há opções de diálogo ou quests exclusivas para cada passado, mas para ver todo os inícios vamos ter que jogar mais de uma vez.

2 - O universo do jogo já existia

Cyberpunk 2077 Imagem - Divulgação - Divulgação
Imagem: Divulgação

Assim como os jogos da série The Witcher, que foram baseados nos livros de mesmo nome do escritor polonês Andrzej Sapkowski, Cyberpunk 2077 vem de um universo já estabelecido, cheio de histórias passadas que vão influenciar a nossa jogatina.

A R. Talsorian Games criou a obra em 1987, um universo planejado para ser jogado como um RPG de mesa, com todo um sistema de regras próprio. Esse é o maior sucesso da empresa, que também conta com outros títulos de sucesso como Castle Falkenstein.

Personagens que você já conhece dos trailers de Cyberpunk 2077, como o Jhonny Silverhand, interpretado pelo ator Keanu Reeves, têm um passado de muitas histórias na franquia. Night City já viu guerra de corporações, várias gangues se formarem e se transformarem com o tempo e muitas adaptações na sua visão de futuro de acordo com o que fomos criando no mundo real. Como em The Witcher 3, o jogo vai se passar depois que tudo isso já rolou, criando a sua própria história.

3 - O criador de Cyberpunk 2020 está no projeto

Diferentemente do que aconteceu com The Witcher, em que o criador da obra não ligava para os jogos e até mesmo entrou em conflito com a CD Projekt mais tarde pelos direitos da obra, Cyberpunk 2077 tem o criador da obra, Mike Pondsmith, no time de desenvolvimento desde o início.

Além de escritor, ele também é tido como um brilhante game designer. Em 2006, inclusive, ele foi indicado para o Origin Hall of Fame, que premia os melhores game designers do ramo. Ele ajudou tanto na ambientação de Night City como na transição das regras do formato de RPG de mesa para o jogo digital.

4 - Cyberpunk 2077 é sobre exploração sistêmica

Em suas diversas entrevistas nas redes sociais, Mike Pondsmith inclusive adora falar sobre as diferenças de tom em cada um de seus projetos e o que caracteriza o gênero Cyberpunk. No 2077, o tema será a exploração sistêmica e como as corporações moldam a forma como as pessoas definem seus comportamentos através de propagandas e narrativas.

Não à toa, muito do marketing que você está vendo no Cyberpunk 2077 tem a ver com cartazes e propagandas de marcas, exibindo produtos e tratando de temas delicados do passado da franquia, como a guerra entre corporações.

Segundo Pondsmith, em Cyberpunk 2020 a população sentia a bota no pescoço; já em 2077, o povo é manipulado pelo discurso gerado pelas corporações, que ao mesmo tempo em que mandam cyberninjas para dizimar sua vizinhança, fazem propagandas inclusivas e tentam moldar uma imagem social que não passa disso, discurso vazio.

5 - Você pode personalizar suas genitálias

Cyberpunk 2077 02 - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077 - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077
Imagem: Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077

Você provavelmente já sabe essa, já que foi o assunto sobre Cyberpunk 2077 nas últimas semanas. Mas com a última apresentação e a demo jogada pelos jornalistas, foi revelado mais sobre essa edição peculiar do personagem.

Sexualidade é um tema muito presente no jogo e a forma como as pessoas se expressam e se identificam também é importante para a experiência. Você poderá criar um personagem que tenha um pênis, uma vagina, ou mesmo nenhum dos dois. Tamanho dos seios, do próprio pênis e até o estilo dos pelos pubianos estarão presentes na edição.

Longe de ser só um fator estético, a sua escolha pode influenciar nos seus romances por Night City. Alguns personagens se interessam sexualmente por pênis, outros por vagina, e você terá de respeitar essa peculiaridade de cada NPC. Não foi confirmado se é possível fazer uma alteração durante o jogo, mas é improvável que não tenha.

6 - Habilidades com armas melhoram com o uso

Cyberpunk 2077 Arma - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077 - Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077
Imagem: Reprodução/Youtube/Cyberpunk 2077

Uma informação que passou batida desde o gameplay do ano passado: a perícia com as armas não melhora com distribuição de pontos, mas com o uso delas. Pelo menu do ano passado, deu para perceber que são várias classes de armas: pistolas, snipers, escopetas e até algumas corpo-a-corpo, como uma Katana.

Isso tudo faz parte do sistema de classes fluido, em que todo mundo pode ser o que quiser durante a jornada. Segundo os desenvolvedores do jogo, existem algumas áreas para treinar com um tipo específico de arma, caso você queria melhorar outra arma após várias horas de jogo.

Se você tiver nível de habilidade baixo com uma arma, vai ter mais dificuldade para mirar, será mais lento com ela, e o manejo no geral vai parecer menos fluido.

7 - Vai contar com DLSS 2.0 no lançamento

Cyberpunk 2077 Cidade - Divulgação - Divulgação
Imagem: Divulgação

O Ray Tracing é um dos grandes elementos da próxima geração e, especialmente no caso da Nvidia, que tem uma parceria com a CD Projekt Red, uma chance de mostrar do que suas placas de vídeo e tecnologias são capazes.

Um exemplo aqui é o DLSS 2.0, que vai estar disponível no lançamento para os computadores que tiverem as placas de vídeo da marca. Essa tecnologia renderiza a imagem em um tamanho menor e portanto mais leve, para depois adicionar os pixels que faltam para a resolução maior a partir de inteligência artificial.

O resultado em jogos recentes (o mais importante até agora é Control, da Remedy) foi uma performance assustadoramente maior. Em alguns casos chegava a dobrar a quantidade de quadros por segundo. O melhor é que o jogo não perdeu qualidade visual impactante e, em alguns casos, ganhou até mais definição.

Com essa tecnologia, quem vai jogar no PC pode utilizar resoluções maiores, ligar o Ray Tracing e não abrir mão dos quadros por segundo. A parte triste é que ela só está disponível nas placas da linha RTX, que estão com um preço para lá de salgado pro aqui.

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