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Star Wars cancelado pela EA seria como Uncharted, diz escritor de Rogue One

Imagem do jogo da franquia "Star Wars" que estava sendo produzido pela extinta Visceral Games e foi cancelado - Reprodução
Imagem do jogo da franquia "Star Wars" que estava sendo produzido pela extinta Visceral Games e foi cancelado
Imagem: Reprodução

Do GameHall

21/01/2019 18h59

Gary Whitta, roteirista do filme "Rogue One: Uma História Star Wars" fez vários comentários a respeito do jogo de "Star Wars" que estava em desenvolvimento na Electronic Arts.

Ele aparentemente teve acesso à versão original do jogo e não ficou nada contente com as decisões da empresa.

"Eu vi muito daquele jogo e parecia ótimo. Após ser cancelado eu vi algumas coisas, eu vi o que eles tinham feito até aquele ponto, estava longe de terminado mas parecia incrível. Teria sido Star Wars Uncharted," disse o roteirista ao site "Kinda Funny Games".

Originalmente dirigido por Amy Hennig, diretora e escritora dos três primeiros jogos da franquia "Uncharted", o game de codinome Ragtag precisou passar por diversas mudanças, o que fez Hennig deixar o projeto. A desenvolvedora Visceral Games, responsável por "Dead Space" e que estava cuidando do jogo, fechou as portas, o projeto teve seu codinome alterado para Orca, foi transformado em um título de mundo aberto pela EA Vancouver e acabou sendo recentemente cancelado de vez.

"Meu entendimento é que eles (EA) estavam dizendo durante todo o tempo que não queremos fazer um Star Wars Uncharted. Bem, talvez não contrate a diretora dos jogos Uncharted para fazer isso para vocês então! Descubram o que é que vocês realmente querem. Eles cancelam isso, colocam os recursos neste outro jogo mais ambicioso e então cancelam isso também!"

"Star Wars" da Visceral Games seguiria fórmula de sucesso utilizada em "Uncharted" - Reprodução
"Star Wars" da Visceral Games seguiria fórmula de sucesso utilizada em "Uncharted"
Imagem: Reprodução

Whitta continuou as críticas ao falar que em cinco anos a Electronic Arts fez "dois jogos medíocres" com a licença de "Star Wars", com um deles sendo "Battlefront II", cujo episódio das microtransações também não foi bem gerenciado pela empresa, de acordo com ele.

"Se eu fosse um acionista da EA, eu estaria muito furioso. Foi catastroficamente mal administrado."

O roteirista também disse acreditar que na sua visão, esses sucessivos erros da Electronic Arts deveriam servir como base para que a Disney, dona da marca "Star Wars", revogue o contrato de exclusividade da licença com eles, que vai até 2023.

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