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Documentário 'AmarElo' de Emicida é indicado ao Emmy; Globo tem novela

Theatro Municipal de SP lotado durante show de Emicida - Jeff Delgado/Divulgação
Theatro Municipal de SP lotado durante show de Emicida Imagem: Jeff Delgado/Divulgação

De Splash, em São Paulo

23/09/2021 09h59Atualizada em 23/09/2021 13h43

Avisem que o "Zica foi lá": Emicida consegue ir ao Emmy Internacional com o documentário "AmarElo: É Tudo Para Ontem" (Netflix) que fala sobre o show histórico feito no Theatro Municipal de São Paulo em 2019.

A obra exibida pela Netflix foi indicada na categoria de programação artística, conforme divulgado pelo site da Academia. No ano passado, o rapper e o streaming lançaram os bastidores do show que teve Majur e Pabllo Vittar e explicou todo o passado e presente da sociedade brasileira a partir da cultura negra.

Emicida ainda lançou, pela Netflix, a íntegra do show que teve as faixas do álbum "AmarElo" e canções como "Boa Esperança", "Pantera Negra", "Hoje Cedo", "Levanta e Anda"e "A Chapa É Quente".

Ele comemorou nas redes sociais "acordando" com a boa notícia. O show "que devolve as almas" através das canções concorre ao lado de produções do Reino Unido ("Romeo and Juliet: Beyond Words"), Japão ("Nakamura-ya family 2020 Mattemashita! Kankuro Shichinosuke Shiren to Kassai no Makuake SP") e França ("Kubrick By Kubrick").

Tem mais brasileiros na lista: "Amor de Mãe", novela com Regina Casé e Adriana Esteves, corre na categoria de melhor telenovela.

A produção chegou a ser interrompida com a pandemia de coronavírus, mas retornou na grade da Globo em 2021 com Dona Lurdes encontrando o filho Domênico. A novela concorre com produções da China, Singapura e Portugal.

Amor de Mãe - Reprodução/Globo - Reprodução/Globo
Lurdes fica espantada com a revelação de Jane em 'Amor de Mãe'
Imagem: Reprodução/Globo

A Globo ainda tem indicações com o seu streaming, o Globoplay. O documentário "Cercados" concorre na categoria contando o negacionismo durante a pandemia principalmente da ótica dos profissionais da imprensa que cobriam a rotina do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O nome faz referência ao espaço destinado para a imprensa na porta do Palácio da Alvorada e mostra os momentos de aumento de mortes em razão da covid-19, demissão de ministros e a insistência de Bolsonaro com a remédios sem eficácia comprovada e instigando jornalistas.

O streaming da Globo ainda concorre com "Diário de um Confinado" como melhor programa curto e "Todas as Mulheres do Mundo" na categoria de melhor minissérie ou telefilme.

Os ganhadores serão anunciados na cerimônia em Nova York no dia 22 de novembro.

Todas as Mulheres do Mundo - Divulgação/Globo - Divulgação/Globo
Laura, Paulo e Maria Alice em "Todas as Mulheres do Mundo"
Imagem: Divulgação/Globo