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Chico Barney

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Volta do Se Joga decepciona, mas um pouco menos que da última vez

Fernanda Gentil na estreia do novo "Se Joga", agora aos sábados - Reprodução / TV
Fernanda Gentil na estreia do novo "Se Joga", agora aos sábados Imagem: Reprodução / TV
Chico Barney

Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002

Colunista do UOL

06/03/2021 17h51

Todo mundo adora a Fernanda Gentil e estou muito feliz que ela finalmente está apresentando sozinha o Se Joga. Depois de um longo e tenebroso ano, o programa está de volta à tela da Globo, agora só aos sábados.

Ficou parecido com outras atrações como o É de Casa, Mais Você e Video Show. Ainda é coisa demais, mas já é menos divergente do que a caótica encarnação original.

Retornar com o BBB no ar ajuda muito, apesar da má sorte do reality viver um momento modorrento. Por questão de dias, perderam a chance de surfar as ondas das rejeições. Tiveram que requentar o assunto Lumena, uma participante que causou bastante, mas ninguém se importa mais.

E a ideia de recriar o quadro Falha Nossa como um react é ótima, embora Érico Brás não seja a pessoa certa para a missão. Passou muito longe.

Além disso, vejo dois problemas centrais a serem solucionados rapidamente: o excesso de pautas, que deixou tudo excessivamente coreografado, e a necessidade de mais improviso por parte da apresentadora. Fernanda Gentil não ganhou popularidade pela leitura do teleprompter. Precisam deixá-la fazer seu jazz.

Otimista inveterado que sou, vejo muitas oportunidades para o Se Joga virar mania nacional em breve. Tem jeito.

Voltamos a qualquer momento com novas informações.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL