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Messi revela que pensou em deixar a Espanha por problemas com a Receita

Albert Gea/Reuters
Imagem: Albert Gea/Reuters

09/10/2019 10h48

O atacante argentino Lionel Messi, do Barcelona, afirmou entrevista veiculada nesta quarta-feira que pensou em deixar à Espanha entre 2013 e 2014, depois de ser acusado de sonegar impostos no país.

"Foi uma época em que minha família e eu ficamos muito mal. Fui o primeiro, e por isso foi tão tudo. Mostraram que, indo com tudo para cima de mim, iriam contra todos os jogadores e atletas", relembrou o craque à emissora de televisão catalã "RAC1".

"Quando aconteceu toda essa confusão, tinha na cabeça, sinceramente, ir embora. Não por querer deixar o Barça, mas porque queria sair da Espanha. Me sentia muito maltratado e não queria mais estar aqui", completou.

Messi admitiu que sentiu portas abertas em diversos grandes clubes do futebol mundial, no entanto garantiu que não recebido qualquer oferta formal por transferência.

"Todos sabiam da minha vontade de seguir no Barcelona", explicou.

Recentemente, foi divulgado que há uma cláusula no contrato do argentino, assim como foi feito com os meias espanhóis Xavi e Andrés Iniesta, que permite a saída do Barcelona no fim de cada temporada, sem o pagamento de multa, algo que Messi minimiza.

"Até hoje, está cada vez mais claro que a minha ideia e a da minha família é encerrar a carreira aqui. Primeiro, por como estou no clube e o que sinto por ele. Segundo, pela família, o quão bem estamos nesta cidade", assegurou o atacante, que não colocou um prazo para a aposentadoria.

Sobre as notícias de que tenha se colocado contra a contratação do atacante francês Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid, porque preferia a vinda do ex-companheiro Neymar, atualmente, no Paris Saint-Germain.

"Isso é mentira. Já disse no primeiro ano (em que surgiram especulações), que gostaria que trouxessem Griezmann, que é um dos melhores, e os melhores são sempre bem-vindos. Pelo mesmo motivo, queria que Ney voltasse. É um dos melhores, e com ele teríamos estado mais perto dos nossos objetivos", afirmou.

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