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Renata Silveira admite 'frio na barriga' e que nunca imaginou ser narradora

Narradora Renata Silveira estreia no Grupo Globo - Reprodução/SporTV
Narradora Renata Silveira estreia no Grupo Globo Imagem: Reprodução/SporTV

Colaboração para o UOL, em São Paulo

08/03/2021 23h47

Renata Silveira não escondeu o "friozinho na barriga" com a proximidade de sua estreia como narradora do Grupo Globo. Em sua primeira aparição na nova casa, hoje, no "Bem, Amigos", ela contou que, pela falta de referências, "nunca imaginei ser narradora".

Renata comandará a transmissão da partida entre Moto Club e Botafogo, válida pela primeira fase da Copa do Brasil, na quarta-feira (10), às 21h30, para o SporTV e do Premiere.

"Eu não tenho ainda uma abertura, um bordão, nada disso ainda. Acho que um boa noite está de bom tamanho. Acho que vai ser uma experiência muito legal. Claro que vou estar um pouco ansiosa e nervosa na hora. Qualquer estreia dá um friozinho na barriga, mas tem uma expectativa muito boa", falou Renata.

"A paixão pelo jornalismo esportivo foi surgir ao longo da carreira. Eu, inclusive, nunca imaginei ser narradora e acredito que muito pelo fato de nunca ter visto uma mulher narrando futebol. Sempre acompanhei como torcedora, mas nunca brinquei de narradora", completou.

Além de receber as boas-vindas de todos os presentes na atração, Renata explicou que sua estreia na emissora carioca atrasou por conta da cavid-19. A narradora foi diagnosticada com a doença em janeiro.

"Acabou que deu tudo certo, 8 de março (Dia Internacional da Mulher), e eu fazendo a minha estreia aqui no SporTV através do Bem, Amigos. Já era para ter começado, mas eu tive covid em janeiro e acabou que atrasou tudo. Eu comecei a gravar alguns pilotos e me preparar agora em fevereiro, mas deu tudo certo. Como você falou, talento não tem gênero, e estou aqui também para provar isso, que as mulheres podem também narrar futebol", contou Renata.

"Só queria dar os parabéns para ela. Eu fico muito feliz que a mulher conquiste qualquer tipo de espaço, principalmente no futebol, porque, nos anos 80, eu e o Sócrates brigamos muito pelo futebol feminino. Por isso que eu fico feliz, porque a luta valeu a pena", falou Walter Casagrande.

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