PUBLICIDADE
Topo

Sandro Viana jogou game com Kobe Bryant e ajudou Ronaldinho Gaúcho em Pequim

Do UOL, em São Paulo

02/08/2021 13h04

Durante o período no qual disputou os Jogos Olímpicos de Pequim, o velocista brasileiro Sandro Viana teve a oportunidade de conhecer dois ídolos de forma inusitada, jogando com Kobe Bryant em uma máquina simuladora de basquete e ajudando Ronaldinho Gaúcho a acessar sua conta de e-mail.

Em sua participação no UOL News Olimpíadas, Sandro falou sobre a convivência com Bryant e Ronaldinho em diferentes momentos dentro da Vila Olímpica na China.

"Eu morria de vergonha, era um atleta muito tímido e ainda mais o Ronaldinho Gaúcho, então uma hora você está andando em um corredor e de repente o Ronaldinho Gaúcho passa e 'e aí, tudo bem? Me ajuda aqui'. Ele queria entrar no e-mail dele, eu nunca vou esquecer, ele queria entrar no e-mail dele e não conseguia colocar a senha, aí ele falou 'consegue colocar a senha aqui? Eu não estou conseguindo'. Eu não conseguia respirar, era o Ronaldinho Gaúcho que estava do meu lado, eu estava travado", conta Sandro.

"Eu não conseguia ajudar ele, mas eu consegui colocar a senha, ele entrou 'pô, brigadão!', aí todo dia ele falava comigo porque eu tinha ajudado ele com o e-mail. Eu já estava fugindo, eu ficava com vergonha", completa.

Já com Kobe Bryant o contato se deu na sala de jogos da Vila Olímpica, quando encontrava o astro do basquete, morto em janeiro do ano passado em acidente de helicóptero.

"Eu tenho o costume de acordar cedo natural, acordo muito cedo, então eu ia tomar café e quando eu voltava, tem uma sala de jogos em todos os Jogos Olímpicos, para os atletas se distraírem, e eu chegava lá de manhã cedo, e o Kobe Bryant estava jogando basquete, eu ficava impressionado com aquilo. Um profissional do basquete e na hora vaga dele, estava jogando basquete, naquelas maquininhas, parece aquelas maquininhas de shopping, ele estava jogando ali, só que ele ficava jogando ali por um tempão e ele não queria jogar sozinho", conta o velocista.

"Se você passasse perto dele, ele fazia aquela cara de criança para você, como quem diz 'brinca comigo um pouco', já colocava a bola assim, você pegava a bola e ficava jogando com ele, e se você deixasse, você perdia sua hora, porque ele não saía mais dali não e a gente passava por ele, falava com ele, os outros atletas não queriam jogar com ele, olha só, com o Kobe Bryant, só que a gente do Brasil brincava com ele e ele começou a falar umas palavras 'olá, Brasil', e vamos jogar basquete", conclui.