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Para 2020, capacidade de reposição do Athletico-PR será bastante colocada em prova

06/12/2019 14h50

Os anos de 2018 e 2019 foram de absoluta festa para o torcedor do Athletico-PR no âmbito estadual, nacional e até mesmo continental graças as conquistas por duas vezes do Paranaense, a Copa Sul-Americana e a Copa do Brasil. Todas elas, aliás, com pequenas mudanças no plantel onde Tiago Nunes foi capaz de se adaptar as condições e manter o alto nível de suas apresentações.

Entretanto, logo após a confirmação de que o treinador então consolidado como um dos maiores da história do clube não ficaria no seu cargo, optando por assumir o Corinthians no próximo ano, o caminho das incertezas tem se tornado cada vez mais pavimentado na Baixada.

Já nesse período, era sabido que as possibilidades de Marcelo Cirino ficarem eram pequenas pois as conversas para renovação não avançavam e, dentre as alternativas de ataque, o camisa 10 acabava com pouco espaço mediante as grandes temporadas de nomes como Rony e Marco Rubén. Contudo, o Furacão optou por não exercer o direito de compra pelos direitos do centroavante argentino e o mesmo se tornou outra peça que deixará o quebra-cabeça Rubro-Negro.

Em situação quase que insustentável mediante o assédio do futebol europeu, outro que deixará o clube é o meio-campista Bruno Guimarães em negociação com o Atlético de Madrid que chegaria a casa dos 30 milhões de euros (R$ 138,4 milhões).

Com essa realidade, o técnico Eduardo Barros (caso permaneça no cargo para dirigir a equipe principal, algo também incerto) teria de trabalhar consideravelmente para fazer as devidas reposições e conseguir manter o alto nível apresentado nas últimas temporadas.

Até porque, em adição ao que ocorreu em 2019, o Athletico terá o Estadual, a Copa do Brasil, a Libertadores, o Brasileirão e a Supercopa do Brasil que ocorre já em 22 de janeiro diante do Flamengo.

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