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Indefinição de Ganso no Fluminense anima torcida do São Paulo; veja reações

Ganso, do Fluminense, comemora gol contra o Corinthians pela ida das semifinais da Copa do Brasil - Thiago Ribeiro/AGIF
Ganso, do Fluminense, comemora gol contra o Corinthians pela ida das semifinais da Copa do Brasil Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

14/10/2022 08h00

Com a proximidade do final da temporada, os clubes começam a se mexer já pensando no ano seguinte. Para 2023, o São Paulo ainda vive uma indefinição sobre a permanência do técnico Rogério Ceni e sobre quais serão os reforços para o elenco, que em 2022 ficou perto de um título em duas competições - perdeu as finais do Campeonato Paulista (para o Palmeiras) e da Copa Sul-Americana (para o Independiente del Valle, do Equador). Uma possibilidade é o meia Paulo Henrique Ganso, que também não sabe se continuará no seu atual clube, o Fluminense.

A chance de ter a volta do jogador, que defendeu o Tricolor de 2012 até 2016, anima os torcedores são-paulinos. Muitos exaltaram o meia, que começou a carreira no Santos. Ganso tem contrato com o Fluminense apenas até o ano que vem e ainda não foi procurado para renovar seu vínculo, o que pode sinalizar sua saída.

Com essa situação, o camisa 10 poderia assinar um pré-contrato com qualquer equipe a partir do meio do próximo ano. Esse cenário seria o ideal para o São Paulo, uma vez que Ganso poderia resolver boa parte dos problemas de criação do time e seria contratado sem nenhum custo. O meio-campista defendeu o São Paulo entre 2012 e 2016. Ao todo, foram 214 partidas, com 24 gols feitos.

O clube do Morumbi vive um momento financeiro ruim e terá que receber os valores relativos às vendas de Antony, Casemiro e Gabriel Sara de forma parcelada. De acordo com a "Gazeta Esportiva", a quantia correspondente ao atacante negociado pelo Ajax com o Manchester United será paga ao Tricolor ao longo de cinco anos.

Já o Norwich, da Inglaterra, que comprou Sara em julho, pagará o São Paulo em três anos. O mesmo período vale para o volante Casemiro, vendido pelo Real Madrid ao Manchester United na última janela de transferências. Vale dizer, no entanto, que as três situações mencionadas são diferentes.

Antony foi comprado pelo Ajax junto ao São Paulo em 2019, por 16 milhões de euros, e vendido aos Red Devils, em agosto deste ano, por 95 milhões de euros. Inicialmente, o clube do Morumbi tem direito a 3,5% do valor total fixo da negociação via mecanismo de solidariedade da Fifa - no caso, R$ 16,7 milhões.

Além disso, o São Paulo também receberá 20% do lucro do time holandês com a venda do atacante ao Manchester United. Este valor corresponde a 14,8 milhões de euros (R$ 75,1 milhões). No total, pela transferência de Antony à Premier League, o Tricolor lucrará cerca de R$ 91,8 milhões (que serão pagos ao longo de cinco anos).

Casemiro, por sua vez, deixou o Real Madrid para jogar no Manchester United. Clube formador, o São Paulo tem direito a R$ 13 milhões dos mais de R$ 370 milhões pagos pela equipe inglesa ao time espanhol. Este valor será repassado ao Tricolor ao longo de três anos.

Por fim, Gabriel Sara foi uma venda direta do São Paulo ao Norwich por 9,5 milhões de libras (R$ 60 milhões). O valor pago pelo meia revelado em Cotia entrará nos cofres são-paulinos também ao longo de três anos.

Apesar dos parcelamentos, os números relativos às vendas são incluídas de maneira conjunta no balanço deste ano, tendo em vista efeito contábil. De qualquer forma, o clube do Morumbi não receberá os montantes à vista até o fim de 2022. Com isso, forma-se um descompasso entre o resultado financeiro do time e o dinheiro atualmente em caixa.

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