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No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, estudo faz perfil medalhistas

Durante as Paralimpíadas de Tóquio, o Brasil igualou a melhor campanha do país em uma edição dos Jogos - OIS/Joel Marklund
Durante as Paralimpíadas de Tóquio, o Brasil igualou a melhor campanha do país em uma edição dos Jogos Imagem: OIS/Joel Marklund

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

21/09/2021 12h30

O levantamento feito pelo departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) mostrou que, dentre os 72 medalhistas brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, 63,9% eram pessoas com deficiência física.

O estudo foi divulgado hoje (21) por marcar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, instituído em 1982 para a conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.

No total, os atletas com deficiência física conquistaram 46 medalhas das 72 do Brasil na competição. Foram 10 ouros, 14 pratas e 22 bronzes. Já os com deficiência visual, conquistaram 20 medalhas do total, enquanto os com deficiência intelectual contribuíram com a campanha brasileira em Tóquio com seis pódios.

Durante as Paralimpíadas de Tóquio, o Brasil ainda igualou a melhor campanha do país em uma edição dos Jogos. Dentre as 72 medalhas, 22 foram ouros, 20 pratas e 30 bronzes. Com isso, a delegação brasileira encerrou a participação em 7º lugar no quadro geral, posição igual a todos Jogos de Londres-2012.

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência também foi lembrado por clubes de futebol, como o Bahia e a Portuguesa.

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