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Prass fala sobre os bastidores de sua chegada ao Palmeiras e do pênalti na final de 2015

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

13/05/2021 18h16

Um dos jogadores mais importantes da história recente do Palmeiras, Fernando Prass foi contratado pelo Palmeiras em 2013. Depois de vencer uma Copa do Brasil pelo Vasco, o goleiro chegou ao Verdão para disputar a Série B do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista ao canal oficial do Palmeiras, Prass revelou detalhes sobre a sua transferência para o Palmeiras. De acordo com o goleiro, a contratação só aconteceu depois de uma ligação de um empresário para o Alviverde.

"Chegaram para mim quatro ou cinco propostas. Do Vitória, do Grêmio, do Coritiba e o Athletico Paranaense. O presidente do Coritiba foi ao Rio de Janeiro jantar comigo, o Alex estava voltando naquela época, conversei com ele. Eu tinha sido oferecido ao Vitória, que me disse o seguinte: 'a gente está dependendo da situação do Deola. Se a gente conseguir o reempréstimo do Deola, não vai precisar de um goleiro'", afirmou Prass.

"Então, esse empresário ligou para o Palmeiras e perguntou se iriam reemprestar o Deola. Perguntaram por que, e ele disse: "Porque estou com uma situação com um goleiro lá, mas depende da situação do Deola'. Então, perguntaram quem era o goleiro, e ele disse que era o Prass. 'Faz o seguinte, então: 'Traz o Prass para cá, e a gente empresta o Deola para o Vitória de novo'", completou.

Prass foi o responsável por bater o pênalti que garantiu o título da Copa do Brasil de 2015 ao Palmeiras. Apesar de ter cobrado com segurança, o goleiro garante que começou a treinar penalidades apenas por precaução.

"Eu treinei bastante. Na entrada do estádio, o Tico, auxiliar do Marcelo (Oliveira), me perguntou se eu bateria. Eu falei que sim, mas que não precisaria. Eu comecei a treinar pênalti porque no jogo Coritiba e Fortaleza os goleiros tiveram que bater, assim como em Botafogo e Fluminense. 'Imagina se um dia eu tenho que bater, nunca bati na vida'. Então, comecei a me preparar, mas por precaução", disse Prass.

"Quando chegamos na roda do final do jogo, vi muitos meninos, alguns jogadores com câimbra. Aí começou: 'Se precisar, tu bate?'. Chegou no meu nome, o Alecsandro falou: 'Bola ele de quinto', e eu disse que de quinto eu bateria, na esperança de não precisar bater. Era para ir um pouco mais para o meio, te confesso. Tirei um pouco da força, porque tinham escorregado e eu batia muito forte. O meu objetivo era colocar a bola lá dentro, e ela entrou, independentemente de como e onde", finalizou.

Ao todo, Prass disputou 268 partidas pelo Palmeiras. No clube palestrino, o goleiro conquistou a Série B de 2013, a Copa do Brasil de 2015 e o Campeonato Brasileiro nos anos de 2016 e 2018.

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