PUBLICIDADE
Topo

Dentinho não é alvo, e Corinthians analisa mercado em busca de centroavante

Duilio Monteiro Alves, presidente do Corinthians, acompanhado de Alessandro e Roberto de Andrade - Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Duilio Monteiro Alves, presidente do Corinthians, acompanhado de Alessandro e Roberto de Andrade Imagem: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Yago Rudá

Do UOL, em São Paulo

09/11/2021 04h00

Disponível no mercado da bola após encerrar seu contrato com o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, o atacante Dentinho teve seu nome ligado ao Corinthians como uma possível contratação, mas não está nos planos do clube. Embora não tenha interesse no atleta, a diretoria do Timão monitora a situação de outros atletas de frente e prioriza a contratação de um centroavante para 2022.

No Parque São Jorge, o entendimento é de que Dentinho chegaria para disputar posição com outros atletas consolidados do elenco e não resolveria as carências do grupo comandado por Sylvinho. Por vir da Europa, o jogador é considerado caro para os padrões do futebol brasileiro e sua contratação iria contra a política de corte de gastos da atual diretoria.

O Corinthians não vai atrás de Dentinho, mas tem planos de contratar pelo menos um atacante para o ano que vem. Atualmente, a equipe tem apenas Jô no elenco com características de um camisa 9 e o jogador completará 35 anos no ano que vem. Nos últimos jogos, Sylvinho utilizou Renato Augusto como centroavante, mas já testou Roger Guedes e Luan na posição.

Por conta disto, a prioridade na abertura da próxima janela de transferências é trazer alguém que possa competir com Jô por uma vaga no ataque. Na base, o clube conta Cauê (18) e Felipe Augusto (17) — dois nomes vistos com enorme potencial, mas considerados muito jovens para assumir uma posição de destaque no elenco profissional. A tendência é de que voltem a fazer parte do grupo, mas com poucas chances.

Apesar de ter definido o foco para 2022, a diretoria do Corinthians aguarda o fim desta temporada para se mexer nos bastidores. Isso porque o clube briga por uma vaga na fase de grupos da Copa Libertadores do ano que vem e espera o término do Brasileirão para conhecer seu orçamento e o calendário do ano que vem. A possibilidade de jogar a Copa Sul-Americana é pequena, mas não é desconsiderada pela cúpula corintiana.