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Atlético-MG tenta fechar venda de Marrony e manter percentual do atleta

Marrony, que está no departamento médico, ainda precisa aceitar proposta do Midtjylland, da Dinamarca - Agência I7/Mineirão
Marrony, que está no departamento médico, ainda precisa aceitar proposta do Midtjylland, da Dinamarca Imagem: Agência I7/Mineirão

Guilherme Piu e Henrique André

Do UOL, em Belo Horizonte

26/07/2021 21h24

Classificação e Jogos

O departamento de futebol do Atlético-MG tenta emplacar mais uma venda de atleta em 2021 e um jogador que pode deixar o clube é o atacante Marrony. O Midtjylland, da Dinamarca, fez proposta há dois meses pelo jogador em um negócio que naquela época não vingou. Porém, agora as conversas foram retomadas e há chance de conclusão da transferência.

Segundo apurou o UOL Esporte, após o GE antecipar a possibilidade de negócio, é que há o interesse do Galo em fazer a transação, que estaria pela palavra final de Marrony.

O avanço na informação por parte da reportagem aponta que a negociação pode girar em tono de R$ 24 milhões por 70% do jogador [4 milhões de euros], com o Atlético-MG mantendo 10% dos direitos para uma eventual venda futura.

Marrony chegou à Cidade do Galo em junho de 2020 contratado junto ao Vasco da Gama e com recursos empenhados pelo maior parceiro financeiro atleticano, o mecenas Rubens Menin, empresário do ramo imobiliário, banqueiro e com investimentos até em canais de comunicação no Brasil. Nessa transação os mineiros adquiriram 80% do jogador.

Caso o atacante dê o aval para a transferência, que segundo informações passadas ao UOL é o que falta, o Atlético-MG ultrapassará R$ 50 milhões com vendas de atletas no ano. Já saíram do clube o zagueiro Gabriel [para o Yokohama FC por R$ 10 milhões], o uruguaio DavidTerans, negociado com o Athletico-PR, o volante Léo Sena, com o Spezia da Itália, e o atacante Edinho, com o Fortaleza, peças que não seriam aproveitadas na equipe principal.

Marrony pode ser o segundo jogador do elenco principal a deixar o Atlético-MG, o que mostra a política audaciosa do departamento de futebol alvinegro, capitaneado por Rodrigo Caetano, um dos melhores executivos do Brasil. A saída do camisa 38, caso seja confirmada, poderá abrir uma vaga para eventual contratação. Isso, claro, dependendo da movimentação dos caixas alvinegros, tendo em vista que há o planejamento de chegar aos R$ 100 milhões no ano com venda de ativos do elenco.

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