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Sampaoli perde trunfo contra o Palmeiras e fica pendurado antes do Flamengo

Artilheiro do Atlético-MG no Brasileirão (8 gols), Keno não enfrentará seu ex-clube na próxima rodada - Pedro Vilela/Getty Images
Artilheiro do Atlético-MG no Brasileirão (8 gols), Keno não enfrentará seu ex-clube na próxima rodada Imagem: Pedro Vilela/Getty Images

Do UOL, em Belo Horizonte

26/10/2020 04h00

Classificação e Jogos

Além de perder a chance de ficar mais perto da liderança do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG voltou a apresentar erros de finalização no empate com o Sport. Nas próximas rodadas, o problema pode ficar ainda mais evidente. Isso porque Jorge Sampaoli não terá Keno, suspenso, no duelo com o Palmeiras, e o técnico, pendurado, pode virar desfalque contra o Flamengo, na abertura do segundo turno.

Embora o Atlético chame atenção por seu modelo de jogo e por sua coletividade, alguns jogadores podem ser considerados os principais pilares do time. Um deles é Keno. Caindo bastante pela esquerda, o atacante é a principal arma da equipe no um contra um. A velocidade e o drible do camisa 11 já foram úteis em várias oportunidades, principalmente para ajudar a quebrar as linhas quando os adversários se fecharam contra o Galo.

Keno era o único pendurado em campo contra o Sport e foi o único a receber o cartão amarelo. Agora, Marquinhos, Marrony, Dylan Borrero e até o recém-contratado Matías Zaracho pintam como opções para substituir o atacante contra o Palmeiras.

Já Sampaoli foi amarelado pela quinta vez neste Brasileirão. Isso faz com que o comandante, sempre muito enérgico, tenha que controlar os ânimos contra o Palmeiras. Se o técnico for advertido novamente, Jorge Desio, seu auxiliar, terá que comandar o Galo contra o Flamengo, na abertura do segundo turno.

Desio já substituiu o argentino no comando do Galo durante a goleada sobre o Vasco, pela 13ª rodada do Brasileirão. Além disso, o auxiliar teve de cobrir as suspensões de Sampaoli durante a passagem da dupla pelo Santos, no ano passado.

Em outubro, o Atlético teve seu pior mês sob o comando de Sampaoli. Ao todo, foram seis jogos, com duas vitórias, dois empates e duas derrotas. O aproveitamento, que antes beirava 75%, hoje é de 62,7%. No recorte das últimas cinco partidas, essa porcentagem cai para 33%.

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