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Seleção feminina dos EUA perde processo sobre igualdade de salários

Projeto foi liderado por Megan Rapinoe, atacante da seleção feminina dos EUA - Christophe Simon/AFP
Projeto foi liderado por Megan Rapinoe, atacante da seleção feminina dos EUA Imagem: Christophe Simon/AFP

Do UOL, em São Paulo

02/05/2020 10h21

A seleção feminina de futebol dos EUA perdeu o processo em que solicitava a igualdade de salários com a equipe nacional masculina. A ação foi movida no ano passado.

Liderado por Megan Rapinoe, o projeto foi aderido por 28 jogadoras e mirava a Federação de Futebol dos EUA. Elas estavam buscando uma indenização de US$ 66 milhões (cerca de R$ 360 milhões) sob a lei de pagamentos iguais.

No entanto, o juiz federal Gary Klausner considerou que não houve um tratamento desigual em relação ao futebol masculino.

"A equipe feminina recebeu mais em termos acumulados e em média por jogo do que a equipe masculina durante o período em causa", afirmou ele na sentença, divulgada pela BBC.

Representante do grupo de jogadoras, Molly Levinson afirmou ao site que pretende recorrer da decisão do tribunal. "Estamos chocadas e decepcionadas. Não vamos desistir do nosso trabalho duro por salários iguais", falou.

Horas depois de tomar conhecimento da decisão, Rapinoe foi ao Twitter lamentar o resultado. "Nunca pararemos de lutar pela igualdade", disse a atacante.

A seleção norte-americana feminina foi campeã da última Copa do Mundo, disputada no ano passado.

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