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São Paulo pode ter homem forte do basquete no lugar de Raí em 2020

Raí fica sem contrato e deve deixar o cargo de diretor-executivo de futebol do Tricolor - Marcello Zambrana/AGIF
Raí fica sem contrato e deve deixar o cargo de diretor-executivo de futebol do Tricolor Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

Bruno Grossi e José Eduardo Martins

Do UOL, em São Paulo

04/12/2019 13h32

Resumo da notícia

  • Raí deve deixar o cargo de diretor-executivo de futebol
  • Carlos Belmonte, atual diretor geral do clube social, é o provável substituto
  • Movimento já faz parte da corrida eleitoral no Tricolor
  • José Roberto Canassa, diretor das categorias de base, corre por fora

Raí não deve seguir como diretor-executivo de futebol do São Paulo em 2020. E um dos nomes favoritos para substituí-lo é o de Carlos Belmonte, atual diretor geral do clube social e homem forte do projeto de basquete profissional masculino do clube. É justamente o rápido sucesso da modalidade que fez Belmonte ganhar evidência nos últimos meses.

Isso confirma as intenções da gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva de colocar um conselheiro à frente do departamento de futebol, mesmo após acenar com uma renovação com Raí. O movimento se intensificou na semana passada e já faz parte da corrida eleitoral pela presidência do Tricolor. As eleições estão previstas para novembro de 2020, com Belmonte bem cotado para representar a situação — Leco não pode se reeleger.

Se a saída de Raí do São Paulo for sacramentada e Belmonte for o escolhido, a tendência é que ele leve Ignacio Barreto para ser o diretor-adjunto de futebol. Esse cargo atualmente é de Fernando Chapecó, enquanto Barreto é sócio do clube e adjunto voluntário de Belmonte na diretoria social.

Embora seja o favorito, Belmonte não é o único estatutário que concorre ao posto de Raí. José Roberto Canassa, responsável por cuidar das categorias de base do São Paulo, também foi indicado a Leco.

Em todos os cenários, ainda não se sabe se Alexandre Pássaro permanecerá como gerente-executivo de futebol. A tendência é que ele seja mantido pelo menos para concluir o planejamento para 2020, já que tem o trabalho em negociações e confecção de contratos elogiado. Os casos de Raí e também do técnico Fernando Diniz devem ser os primeiros a ter uma resolução.

São Paulo