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Satisfeito com novo DM, Santos "esquece" sugestão de Sampaoli e fecha vaga

Ricardo Galotti, chefe do Departamento Médico do Santos, em entrevista coletiva - Divulgação/Santos FC
Ricardo Galotti, chefe do Departamento Médico do Santos, em entrevista coletiva Imagem: Divulgação/Santos FC

Eder Traskini

Colaboração para o UOL, em Santos

04/06/2019 04h00

O Santos está satisfeito com o novo Departamento Médico do clube. O setor passou por muitas mudanças entre o ano passado e este ano e encontrou um equilíbrio depois da chegada de Ricardo Galotti, novo chefe do departamento e que acumulou a função de Gerente do Centro de Excelência em Prevenção e Recuperação de Atletas de Futebol (CEPRAF).

O antigo gerente, Luiz Alberto Rosan, acabou demitido em fevereiro e o técnico Jorge Sampaoli sugeriu a contratação de José Ernesto Amador Salmeron, que trabalhou com o argentino na seleção do Chile. O profissional, porém, disse "não" ao Peixe e o clube chegou a prospectar outros substitutos.

No entanto, diante do sucesso do novo departamento em manter os jogadores justamente longe do DM, o Santos deixou o posto de gerente do CEPRAF a cargo de Galotti e "fechou" a vaga.

Ao lado da diretoria, Galotti comandou uma reformulação no DM. Foram dez saídas do departamento neste ano. Além de Rosan, deixaram o clube os médicos Marcus Vinicius Moreira, Thiago Ribeiro dos Santos, Victor Pacheco e Luiz Carlos Lopes Júnior, os massagistas Zé Augusto e Jorge Jesuíno, a nutricionista Sandra Merouço, o preparador físico Fernando Fernandez e o fisioterapeuta Thiago Lobo, que foi convidado para trabalhar com Vinicius Jr no Real Madrid (ESP).

Para as vagas, o Peixe contratou os médicos Fábio Novi e Luiz Fittipaldi, a nutricionista Alessandra Favano, o fisioterapeuta José Renato Perez e os massagistas Marcão, Renato Milho e Jailson, além do próprio Ricardo Galotti, que chegou no início no final de janeiro.

O técnico Jorge Sampaoli também está satisfeito com o trabalho do Departamento Médico. A não contratação de Salmeron não incomoda o treinador, que indicou o nome pois a diretoria havia pedido uma sugestão, como fez para o cargo de Gerente de Futebol e fechou com Gabriel Andreata, que trabalhou com o argentino no Coronel Bolognesi, do Peru.

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