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Negociação entre Cruzeiro e Caixa volta à 'estaca zero' após acordo próximo

Cruzeiro utiliza uniforme sem patrocinadores no início da temporada - CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS
Cruzeiro utiliza uniforme sem patrocinadores no início da temporada Imagem: CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

23/03/2015 18h19

O Cruzeiro está cada vez mais distante de acertar com a Caixa Econômica Federal. Embora o presidente Gilvan de Pinho Tavares tenha demonstrado confiança quanto ao acerto com a companhia federal recentemente, o UOL Esporte apurou que a negociação retornou à estaca zero devido à mudança na diretoria da empresa – Jorge Fontes Hereda foi substituído por Miriam Belchior na presidência.

Quando a instituição ainda era presidida pelo executivo natural de Salvador (BA), as tratativas, intermediadas por Fernando Pimentel (PT), atual governador de Minas Gerais, e Rubens Menin Teixeira de Souza, presidente da MRV Engenharia, estavam bem adiantadas. O clube chegou a acertar valores (cerca de R$ 18 milhões) para que a companhia estampasse a sua marca no uniforme, mas a mudança na cúpula da empresa ‘esfriou’ as conversas.

Apesar do afastamento entre as partes, os dirigentes do Cruzeiro demonstram confiança em uma reaproximação. Nos bastidores da Toca da Raposa II, há quem acredite na possibilidade de um acerto mesmo com a distância entre as pretensões da agremiação e da Caixa Econômica Federal. O recente acordo da instituição com o Corinthians é um fator que motiva.

A reportagem obteve também a informação de que Robson Pires e Marcone Barbosa, diretores comercial e de marketing do bicampeão brasileiro, tentam agendar uma reunião com a presidente Miriam Belchior, mas têm encontrado dificuldades diante da ocupada agenda da executiva.

Atualmente, o Cruzeiro tem três contratos de patrocínios firmados para estampar a sua camisa. A Vilma Alimentos é a responsável pela manga, enquanto a Cemil aparece na omoplata e a TIM na numeração das costas.

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