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REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Desejo do São Paulo é fazer acordos semelhantes com Pablo e Vitor Bueno

Pablo negocia rescisão com o São Paulo - MARLON COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Pablo negocia rescisão com o São Paulo Imagem: MARLON COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

26/01/2022 09h49

O desejo do São Paulo é fazer acordos semelhantes para as rescisões contratuais de Vitor Bueno e Pablo.

Isso inclui, principalmente, parcelar as dívidas com os atletas pelo mesmo período e ficar livre dos pagamentos de remunerações que venceriam até o final do contrato.

Um dos objetivos é mostrar aos atletas que o clube dá tratamento igual a ambos. Porém, as negociações caminharam em ritmos diferentes.

O acordo com Vitor Bueno foi alcançado na última segunda (24), quando ficou faltando apenas a formalização para a assinatura, como mostrou a coluna

No mesmo dia, também conforme informado aqui, houve avanço na negociação para a rescisão de Pablo.

A expectativa das partes é de que elas cheguem a um acordo nesta semana.

Seguindo a ideia de fechar tratos semelhantes com os dois atletas, o São Paulo pretendia manter participação nos direitos econômicos de ambos. Com Vitor Bueno já não foi assim. O jogador ficará com 100%.

A coluna não teve acesso ao número de parcelas acordado para o clube pagar cerca de R$ 2 milhões que deve ao meia-atacante e a quantia devida a um empresário ligado ao jogador.

Já a ideia de não ter que pagar as remunerações que os dois atletas teriam para receber até o final de 2023, quando terminariam seus contratos, será concretizada.

Além de o acordo com Bueno prever isso, Pablo abriu mão desde o início dos R$ 15 milhões a que teria direito.