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REPORTAGEM

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Agente que diz discordar de decisões de Pablo já não representava atacante

Pablo comemora gol marcado pelo São Paulo contra o Sport - MARLON COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Pablo comemora gol marcado pelo São Paulo contra o Sport Imagem: MARLON COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Ricardo Perrone é formado em jornalismo pela PUC-SP, em 1991, cobriu como enviado quatro Copas do Mundo, entre 2006 e 2018. Iniciou a carreira nas redações dos jornais Gazeta de Pinheiros e A Gazeta Esportiva, além de atuar como repórter esportivo da Rádio ABC, de Santo André. De 1993 a 1997, foi repórter da Folha Ribeirão, de onde saiu para trabalhar na editoria de esporte do jornal Notícias Populares. Em 2000, transferiu-se para a Folha de S.Paulo. Foi repórter da editoria de esporte e editor da coluna Painel FC. Entre maio de 2009 e agosto de 2010 foi um dos editores da Revista Placar.

16/01/2022 11h57Atualizada em 16/01/2022 17h25

Na primeira versão deste post escrevi que, em contato com a coluna, o empresário Rafael Felix disse que decidiu se afastar dos negócios envolvendo o atacante Pablo por não concordar com decisões recentes. Diferentemente do que foi publicado, o agente não representa mais o jogador, segundo a assessoria de imprensa do atacante.

Após a publicação do post, a assessoria de imprensa de Pablo procurou a coluna e afirmou que Rafael Felix e a empresa GR2 não representam o atleta desde 2018 e, por isso, não têm procuração para falar em nome do jogador. Felix participou da negociação que colocou o atacante no Morumbi no final de 2018.

O empresário não detalhou os motivos de sua insatisfação. Porém, recentemente, Pablo recusou ofertas de Ceará e Santos, que o queriam por empréstimo.

Além disso, o atacante propôs ao São Paulo rescindir o seu contrato, que vai até o fim de 2023.

"Não vou mais tocar as coisas dele [Pablo], não concordo como estão fazendo, fala com o pai dele agora", disse Felix em troca de mensagens com este colunista. O empresário não respondeu sobre do que ele discorda.

Ao lado de Gustavo Sabino, Felix dirige a empresa GR2, que gerencia carreiras de jogadores.

Em entrevista ao "GE", o presidente do Ceará, Robinson de Castro, disse que o representante de Pablo "aqueceu" a negociação, mas o pai do atacante, Cícero Teixeira, considerou que não seria interessante para seu filho sair do São Paulo.

O dirigente cearense não citou o nome do empresário com quem teria conversado. De acordo com a assessoria de imprensa de Pablo, quem cuida da carreira do atacante é o pai dele.

Como mostrou a coluna, Julio Casares, presidente do São Paulo, diz não ter ficado incomodado com a postura do atleta e está disposto a negociar a saída do atacante. O retorno para o Athletico é uma possibilidade.

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Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do que foi publicado na primeira versão do post, Rafael Felix não é mais empresário de Pablo, conforme imformou a assessoria de imprensa do jogador.