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Milton Neves

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

No fim das contas, Jesus mais prejudicou do que ajudou o Flamengo

Jorge Jesus participou do "Bem, Amigos", do SporTV - Reprodução/SporTV
Jorge Jesus participou do "Bem, Amigos", do SporTV Imagem: Reprodução/SporTV
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Milton Neves

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

25/05/2022 13h44

Não, meus amigos, eu não estou ficando maluco.

Pelo menos eu acho (risos).

Mas fiquem calmos que eu vou explicar a vocês o que quis dizer com a manchete acima.

Pois bem: pensem no Flamengo de 2019, com Abel Braga, jogando uma bola razoável e brigando com dificuldade por títulos.

Tivesse mantido essa linha, o clube seguiria evoluindo até chegar a um outro patamar de forma consistente, concorda?

Com Abel ou com outro treinador.

Mas aí veio Jorge Jesus e, de uma forma desordenada, o time do Fla virou o que virou.

Uma máquina, é verdade.

Mas uma máquina muito difícil de ser controlada.

Tanto que o próprio Jesus não deu conta e deu no pé na primeira oportunidade.

Aí, os seus sucessores, coitados, também não seguraram o rojão.

O mais injustiçado, claro, foi Rogério Ceni.

E agora, para piorar tudo, a torcida do Flamengo não tem mais paciência para um trabalho de reestruturação.

Quer ver novamente uma máquina como a de 2019 em campo.

Por isso, todo trabalho que é iniciado na Gávea logo é derrubado pelos apressadinhos rubro-negros.

E, assim, o Fla volta à estaca zero.

Será que aquela Libertadores e aquele Brasileirão de 2019 pagam todo esse martírio?

Eu acho que não!

Jorge Jesus mais prejudicou o Flamengo do que ajudou.

Era melhor que ele nunca tivesse aparecido na Gávea.

Opine!