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OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Sir Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo brilhou na goleada por 4 a 1 frente ao Newcastle - Phil Noble/Reuters
Cristiano Ronaldo brilhou na goleada por 4 a 1 frente ao Newcastle Imagem: Phil Noble/Reuters
Bruno Andrade

Mora em Lisboa desde 2015. Começou a carreira no LANCE! e depois virou correspondente internacional da Goal.com. Atualmente, trabalha também no jornal A BOLA e na TVI, ambos de Portugal - esteve antes no jornal O JOGO e Canal 11.

Colunista do UOL

11/09/2021 13h56

Funchal, Lisboa, Madri e Turim, por mais deslumbrantes que sejam, invejam Manchester. Não há como ser diferente. A cinzenta e fria cidade do noroeste inglês transpira encanto quando brilha a estrela de Cristiano Ronaldo. Foram feitos um para o outro.

Reluziu de preto, verde e branco, merengue, preto e branco, quase vestiu azul, mas é de vermelho que o (eterno) camisa 7 tem o dom especial de transformar a nostalgia em realidade. De misturar o passado e o presente sem errar a receita.

Adjetivos já não faltam. Curiosamente na terra do Big Ben, tempo ainda existe de sobra para o maior jogador português de todos os tempos. Lenha para queimar. Suor para escorrer. Gols para marcar. Taças para erguer. Mais e mais histórias (individuais e coletivas) para escrever.

Pisou no Reino Unido pela primeira vez como "miúdo" e cheio de objetivos para cumprir no - coincidência ou não - Teatro dos Sonhos (Old Trafford). Quase 20 anos depois e sendo hoje um dos maiores de sempre, please, chamem-lhe agora de Sir Cristiano Ronaldo. Best regards.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL