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Rodrigo Santana, do Avaí, conta o passo a passo da volta ao futebol

Marília Ruiz

Tenho 20 anos de jornalismo esportivo: 5 Copas do Mundo, 4 Olimpíadas, muitos Brasileiros, alguns Mundiais e várias Copinhas. Neste blog seguirei fazendo isso: escrevendo sobre futebol. Sem frescura. Sem mimimi. Para versões oficiais dos clubes e atletas, recomendo procurar as assessorias de imprensa.

16/06/2020 14h23

Enquanto times da maioria dos Estados apenas estudam e elaboram projetos de como voltar a treinar, Rodrigo Santana, do Avaí, já está em outro patamar. Com a situação da pandemia do coronavírus em SC mais controlada (9498 casos e 146 óbitos - 7 em Florianópolis), os trabalhos com bola (que saudade de escrever isso) já começaram.

Em entrevista ao Blog, Rodrigo Santana falou francamente da experiência de treinos poucos eficientes por zoom ("Jogadores voltaram quase no ponto de zero, do começo do ano."), da necessidade de um tempo maior de treinos antes de a bola parar por causa da grande (e inédita) inatividade dos jogadores ("Será necessário mais tempo de pré-temporada para não termos tantas lesões como na Bundesliga.") , dos planos (e medo) para a disputa da Série B ("Sabendo das situações em alguns Estados, temos temor sim em pensar nas viagens.") e da importância da chegada de Ralf, ex-Corinthians: "Chegou alguém pronto para jogar: sem lesão, preparado para liderar o time e o vestiário."

A entrevista na íntegra você assiste:

*Sobrevevi a declaração sobre o Ralf, apesar da dor infinita de saudades. Alô, Tiago Nunes, o que foi que você fez???

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.