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Por que Paulistão não tem mais sorteio para definir arbitragem?

Árbitro Luiz Flávio de Oliveira vai apitar a final deste sábado entre Palmeiras e Corinthians - CESAR GRECO / AG. PALMEIRAS
Árbitro Luiz Flávio de Oliveira vai apitar a final deste sábado entre Palmeiras e Corinthians Imagem: CESAR GRECO / AG. PALMEIRAS
Danilo Lavieri

Danilo Lavieri começou a carreira em 2008 e trabalha com futebol desde 2010. Já cobriu Copa, Olimpíada, escreveu a biografia do goleiro Marcos (Nunca Fui Santo) e ganhou prêmio de furo do ano da Aceesp em 2019.

Colunista do UOL

07/08/2020 04h00

Motivo de polêmica e de reclamação de boa parte da torcida palmeirense, a Federação Paulista de Futebol não sorteia mais os árbitros para cada partida a pedido da maioria dos clubes.

Por 9 a 7 em votação realizada antes de o torneio começar, os participantes do Estadual decidiram no Conselho Técnico que os juízes seriam colocados em cada jogo por designação da comissão de arbitragem.

Entre os grandes, Palmeiras e Santos foram contra e pediram pelo sorteio. São Paulo e Corinthians concordaram com a mudança de método.

Ontem (6), uma organizada palmeirense foi à porta da FPF para questionar "onde estava o sorteio de árbitro" após a notícia de que Luiz Flávio de Oliveira apitaria o jogo de amanhã, da final do Paulista, contra o Corinthians.

Até 2019, a Federação fazia tudo por sorteio, inclusive transmitia isso no seu site e nas redes sociais. Agora, a partir desta temporada, a escolha é feita pela comissão de arbitragem, seguindo o mesmo modelo adotado em outras competições como Libertadores e Copa do Mundo.

A escolha dos juízes foi motivo de guerra de bastidores tão logo ficou definida a final entre Palmeiras e Corinthians. Raphael Claus foi escolhido para o jogo de ida e não se envolveu em um lance capital de gol. As principais reclamações ficaram por conta de uma entrada de Jô em Gómez e outra de Patrick de Paula em Luan.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.