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Capital de SP tem menor taxa de ocupação em UTI covid desde novembro

A capital possui 1.147 vagas de UTI para pacientes com covid-19 - AFP
A capital possui 1.147 vagas de UTI para pacientes com covid-19 Imagem: AFP

Colaboração para o UOL

05/08/2021 13h03

A cidade de São Paulo atingiu ontem 38% de taxa de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) exclusivos para pacientes com covid-19, o menor índice registrado desde 15 de novembro.

Atualmente, a capital de SP possui 1.147 vagas em UTI para pessoas em tratamento da doença. De acordo com dados da prefeitura, em junho, a rede pública municipal chegou a funcionar com 1.445 leitos dessa modalidade — número recorde na cidade.

Apesar da melhora no indicador, atribuída ao avanço da vacinação, há a preocupação com os casos de variante delta identificados na cidade. Ontem, a prefeitura confirmou mais 28 casos, chegando a um total de 50 diagnósticos na capital. Desde julho, a transmissão da variante considerada mais transmissível já é considerada comunitária.

Segundo o último boletim da vacinação, divulgado ontem, 85,1% da população maior de 18 anos já recebeu a primeira ou a dose única de vacinas contra a covid-19. O número de cidadãos com o cronograma completo é de 33,4%.

'Sommeliers' de vacina

Nesta semana, a prefeitura divulgou um balanço de que 445 pessoas foram para o fim da fila da vacinação após recusarem imunizantes devido à marca. O dado se refere até o último dia 3 de agosto.

Os chamados "sommeliers" de vacina só podem ter nova chance de se imunizarem quando todo o cronograma municipal for concluído. Todos assinaram um termo de responsabilidade.

A medida foi adotada pela administração municipal para coibir a escolha da marca dos imunizantes e passou a valer no último dia 27 de julho, após a Câmara Municipal aprovar e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) sancionar uma lei sobre o tema.

"Sommelier" é um termo usado para designar "especialista". No caso da vacina, e é usado de forma irônica contra pessoas que escolhem qual imunizante tomar em plena pandemia, já que todos passaram por testes científicos e foram aprovados pelas autoridades sanitárias.

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