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Lea Michele sobre síndrome do ovário policístico: "Efeitos são brutais"

O tratamento é sintomático e muda de acordo com cada paciente, mas não necessariamente deve ser feito com anticoncepcionais - Getty Images
O tratamento é sintomático e muda de acordo com cada paciente, mas não necessariamente deve ser feito com anticoncepcionais Imagem: Getty Images

Priscila Carvalho

Do VivaBem, em São Paulo

10/09/2019 20h32

Em entrevista à revista Health, a atriz Lea Michele revelou nesta terça-feira (10) que sofre com síndrome do ovário policístico. Segundo a artista, ela descobriu o problema perto do seu aniversário de 30 anos, depois de lutar contra uma acne persistente e oscilação de peso. Desde então, ela sofre com os sintomas da doença. "Os efeitos colaterais podem ser brutais - como ganho de peso e pele ruim", disse ela.

Ela revelou ainda que se sentia uma adolescente e os médicos não conseguiam identificar o que ela tinha. "Eu estava com a pele horrível e usei toso os tipos de medicamento", contou.

O que é a doença?*

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é a doença endócrina mais comum entre mulheres em idade reprodutiva. Por ser crônica, seu tratamento é sintomático e muda de acordo com cada paciente, mas não necessariamente deve ser feito com anticoncepcionais.

Efeitos da SOP

Perda de libido, dificuldade para engravidar ou infertilidade, resistência à insulina e aumento do peso somado à dificuldade de emagrecer, além de pequenos cistos nos ovários identificados em ultrassonografia, também são indícios do problema. As causas da síndrome são desconhecidas, mas o conjunto de alterações metabólicas que ela provoca pode levar a um risco futuro de doenças cardiovasculares.

Alimentação ajuda?

A artista revelou ainda que quando tinha 20 anos resolveu "desintoxicar" o organismo e parou de usar anticoncepcional. Depois da pausa, ela não imaginava que sofreria com o problema.

Mas foi na alimentação que Lea disse controlou a doença. "Através da dieta, eu consegui administrá-la. Mas tenho muita sorte, já que existem versões mais extremas da síndrome e a minha não é tão extensa", afirmou.

De fato, ter uma dieta equilibrada pode auxiliar no controle da doença. O ideal é consumir uma dieta com pouco carboidrato, alimentar-se bem e fazer atividades físicas para revertem os sintomas da síndrome.

*Dados usados de matéria publicada em 09/10/2018.

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