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Cordinhas de óculos são o acessório da vez para um look retrô e descolado

A analista de marketing Marcela Regne adora cordinhas de óculos - Arquivo Pessoal
A analista de marketing Marcela Regne adora cordinhas de óculos Imagem: Arquivo Pessoal

Mark Cardoso

Colaboração para o UOL

25/07/2017 04h00

Depois da pochete e das botas brancas, chegou a vez de mais um acessório inesperado: as cordinhas de óculos. Elas fizeram sucesso -- muito por conta de sua funcionalidade -- nos anos 1980 e 1990, e já ocupam os feeds e os rostos de fashionistas e descolados.

Essa mistura de praticidade e estilo fisgou a analista de marketing Marcela Regne, 28. “Vi uma conhecida usando uma que ela mesma tinha feito e fiquei louca”. Até que, em uma viagem a Roma, Marcela comprou o acessório em uma lojinha. De lá para cá, se tornou fã -- e até improvisa novos modelos. “Às vezes, tiro cadarços dos meus tênis e os amarro nas pernas dos óculos. Amo óculos, e as cordinhas são uma forma de não perdê-los. Um design funcional”.

Marco Aurélio acha o acessório muito prático - Arquivo Pessoal
Marco Aurélio acha o acessório muito prático
Imagem: Arquivo Pessoal

O arquiteto goiano Marco Aurélio Leal, 31, se encantou com o acessório em uma viagem ao Rio de Janeiro. “Quis muito usar. Não só por ter achado lindo, mas por que é muito prático. Durante o dia, eu coloco no pescoço e vou pro escritório ou visitar obras sem me preocupar com os óculos de sol”, conta ele, que correu para comprar na internet, quando voltou para casa. “Lembro-me do meu avô usando e, inclusive, estou muito interessado em pegar uma dele (risos).”

Tendência inspira negócios

A estética retrô-divertida também encantou Gustavo Xavier, 30. “Vi uma amiga com uma de motivos étnicos e pensei: ‘quero muito!’” Gustavo trabalhava com publicidade de moda, fazia produções no exterior e acompanhava desfiles estrangeiros, como o da Balenciaga. “Comecei a observar a volta desse acessório às passarelas”, lembra ele que, no começo deste ano, comprou um.

 

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A modinha virou negócio. “Meu melhor amigo viu e comentou que sempre procurava, mas quando achava, encontrava sempre peças muito parecidas”. Isso foi o pontapé para que Gustavo e Philip Touma fundassem a The Chain Lab. “Fizemos uma cordinha e nossos amigos gostaram. Daí vendemos para amigos”, lembra Gustavo, que já tinha bom relacionamento com influenciadores digitais, o que ajudou no novo negócio.

Essa onda dos anos 1980 e 1990 também acabou trazendo as cordinhas para o rol de produtos do Hobby de Bolinha, de Marcella Uehara, que oferece mais de 70 modelos diferentes. “O acessório conversa com o estilo. Faz a vez de um brincão, de um colar”, compara.

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