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REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Máscara reforçada e tratamento em casa: novo guia popular contra covid

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Imagem: Getty Images
Flávia Martinelli

Flávia Martinelli é jornalista. Aqui, traz histórias de mulheres das periferias e vai compartilhar reportagens de jornalistas das quebradas que, como ela, sabem que alguns jardins têm mais flores.

Colunista de Universa

19/03/2021 04h00

Por Caroline França, especial para o blog MULHERIAS

O Brasil enfrenta seu pior momento da pandemia. Com o sistema de saúde sobrecarregado e variantes mais contagiosas do coronavírus circulando, os cuidados devem ser redobrados para conter o aumento do número de casos e mortes em decorrência da covid-19. Diante dessa nova realidade, o blog MULHERIAS decidiu atualizar o guia realista e popular para lidar com a covid-19 em casas da quebrada, publicado no ano passado, trazendo novas orientações para você se proteger e se cuidar, caso fique doente.

Além do distanciamento físico e da higienização das mãos, a máscara de proteção continua sendo indispensável para a proteção contra o coronavírus, mas agora ela deve ser reforçada. Especialistas têm recomendado substituir o modelo de tecido pelo padrão PFF2 ou N95, como é chamado nos Estados Unidos. Quem circula por ambientes com alto risco de contaminação, como o transporte público, deve adotar esse tipo de máscara porque ela oferece maior proteção.

Máscara PFF2, EPI, proteção coronavírus  - iStock - iStock
Máscara PFF2, equipamento de proteção individual mais seguro que máscaras caseiras ou comuns
Imagem: iStock

Além de mais segura, a PFF2 pode ser reaproveitada, basta deixá-la em um local arejado entre 3 a 7 dias após o uso. O descarte é feito caso a máscara rasgue ou esteja envelhecida. Esse modelo já pode ser encontrado por valores mais acessíveis, a partir de R$ 2. O site PFF Para Todos reúne os melhores pontos de vendas em todo o país.

Esse modelo é mais eficaz devido ao seu padrão de filtragem, que consegue reter até 95% das partículas. Lembrando que os modelos que contém válvula não são recomendados, já que ela não filtra as partículas de dentro para fora. Isso quer dizer que o ar que sai da sua boca e nariz não é filtrado, podendo contaminar o ambiente e colocar outras pessoas em risco.

Outras alternativas para se proteger

Se não for possível utilizar a PFF2, a alternativa é usar máscara cirúrgica de três camadas. Para ter melhor vedação, pode ser colocado um esparadrapo na região do nariz ou então colocar uma máscara de pano por cima.

A máscara de pano é uma opção para usar em último caso, desde que seja bem ajustada para minimizar os vazamentos. Uma dica é usar uma meia-calça por cima, para ela ficar bem firme no rosto. E lembre-se: o ideal é que a máscara tenha três camadas de tecido.

Máscara de tecido duplo: vale usar duas máscaras, uma por cima da outra. Elas devem ser trocadas a cada duas horas. - Divulgação - Divulgação
Máscara de tecido duplo: vale usar duas máscaras, uma por cima da outra. Elas devem ser trocadas a cada duas horas.
Imagem: Divulgação

"É importantíssimo seguir as restrições mais do que nunca"

Um ano depois da primeira morte registrada por covid-19, o número de óbitos em decorrência da doença chegou a 287.499 nessa quinta-feira, 18, tendo 2.724 mortes nas últimas 24h. E a tendência é que os índices continuem aumentando.

No Brasil, circulam três variantes que transmitem o vírus com mais facilidade e podem até causar quadros clínicos mais graves: P1, que surgiu em Manaus; P2, identificada no Rio de Janeiro; e B117, variante encontrada no Reino Unido. "Por isso, mais do que nunca, as pessoas precisam manter os cuidados sanitários. Usar máscara e evitar aglomeração são eficazes mesmo contra essas variantes. É importantíssimo agora seguirmos essas restrições", destaca o infectologista Unaí Tupinambás.

15.01.2021 -- Profissional de saúde em hospital de Manaus; cidade enfrenta colapso do sistema de saúde - Yago Frota/Estadão Conteúdo - Yago Frota/Estadão Conteúdo
15.01.2021 -- Profissional de saúde em hospital de Manaus; cidade enfrenta colapso do sistema de saúde
Imagem: Yago Frota/Estadão Conteúdo

Outra forma de controlar a propagação do coronavírus é a vacinação. Ainda em ritmo lento no país, estudos já mostram que há desigualdade na cobertura vacinal. Um levantamento da Agência Pública aponta que até o dia 14 de março, 8,5 milhões de pessoas haviam recebido a primeira dose da vacina, o que corresponde a 4,5% da população. No entanto, há mais pessoas brancas sendo vacinadas: 3,2 milhões já receberam imunização. Em relação às pessoas negras, o número cai para 1,7 milhão.

Em colapso, hospital de Xanxerê (SC) realocou funcionários e acomodou pacientes em espaços improvisados - Divulgação - Divulgação
Em colapso, hospital de Xanxerê (SC) realocou funcionários e acomodou pacientes em espaços improvisados
Imagem: Divulgação

O sistema de saúde está em colapso, com alta ocupação de leitos de enfermaria e Terapia Intensiva (UTI) e escassez de oxigênio hospitalar. Segundo Mariane Ceron, que trabalha com gestão de serviços do SUS em uma organização social parceira de municípios e estados de todo país, os hospitais de campanha em São Paulo foram desmobilizados no último trimestre de 2020, devido à queda no número de casos. No entanto, a velocidade de contágio acelerou novamente, gerando uma nova demanda por internação.

"O SUS tem se adaptado na medida do possível, mas a realidade é que temos menos recursos do que o necessário. Mesmo em São Paulo, um estado que é referência nacional em número e qualidade de leitos, estamos praticamente no limite. Em relação ao início da pandemia, já estamos mais eficientes e criamos processos e soluções melhor consolidadas", observa.

Profissionais de saúde de Mato Grosso fazem apelo para que população fique em casa - Divulgação  - Divulgação
Profissionais de saúde de Mato Grosso fazem apelo para que população fique em casa
Imagem: Divulgação

Os profissionais de saúde têm se desdobrado para orientar e conscientizar a população em meio à falta de medidas mais rígidas para controlar a propagação do coronavírus e suas variantes. O agente comunitário de saúde, Adailton Costa, de 28 anos, conta que o aeroporto de Santarém, no Pará, continua aberto. Segundo ele, as pessoas que chegam do Amazonas, por exemplo, não tomam os cuidados necessários. "Algumas não estão querendo fazer a quarentena em casa. Elas acabam saindo e os vizinhos começam a denunciar", diz.

Como agente comunitário de saúde há seis anos, Adailton faz visitas a comunidades, levando medicação gratuita e monitorando sintomas de doenças diversas. Apesar de não ter recebido orientações específicas quanto às novas variantes do coronavírus, passa as informações que têm. "Falamos que a nova variantte é mais grave, mais violenta, que transmite mais, que as pessoas têm sintomas mais pesados. Temos que orientar pelo medo. Não é nem o adequado, mas está sendo desse jeito", destaca.

A preocupação de Adaiton é justificada. Um estudo publicado esta semana no periódico da Associação Epidemiológica Internacional (IEA, na sigla em inglês), realizado por quatro pesquisadoras de São Paulo da área de saúde pública e demografia, durante a chamada primeira onda de covid no Brasil confirma com números que as regiões mais pobres da capital são as que mais sofrem com a pandemia. A análise foi realizada com base em 19,5 mil mortes por covid-19 ocorridas na cidade entre março e setembro do ano passado e a taxa de mortalidade nas periferias chegou a ser três vezes maior que nas áreas mais ricas da cidade.

"As pesquisadoras constataram que nos distritos em que mais de 10% da população tem renda per capita abaixo de um quarto de salário mínimo (até R$ 275) morreram 70% mais pessoas de covid-19 do que nas regiões mais ricas", afirma Danilo Cesar, um dos coordenadores da Rede Apoio Covid. "Neste momento em que já vivemos a aceleração de uma nova onda e o iminente colapso do sistema de saúde e funerário de São Paulo, tais regiões periféricas tenderão a ser ainda mais penalizadas, o que reitera a importância emergencial deste Guia: chegar rapidamente às mãos do máximo de pessoas, para realmente salvarmos vidas", enfatiza.

(Com revisão e atualização completa de informações, o blog republica mais uma vez o Guia com informações básicas para lidar com pandemia.)

Guia popular para tratamento de covid-19 em casas de periferia

Antes de tudo, saiba que medicamentos como Cloroquina, Ivermectina e Azitromicina são comprovadamente ineficazes no tratamento da doença. Portanto, ainda não há remédio para tratar a infecção por coronavírus. Caso você esteja infectado, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa e seguir as orientações médicas. Caso seja necessário, será encaminhado a um hospital de referência ou será orientado a isolar-se em casa.

O que é feito em casos leves, então, é tratar dos sintomas para permitir que o próprio sistema imunológico do paciente dê conta de curar a doença. É preciso ajudar o corpo nessa empreitada com bastante água, boa alimentação, repouso, além de tomar medidas para não infectar outras pessoas com quem se divide o espaço.

Antes de tudo, porém, é importante ter calma. Mantenha a casa organizada e preparada dentro do possível. Reze, medite, conecte-se com crenças ou pensamentos reconfortantes e prepare-se de maneira racional para enfrentar a doença. Por fim, todos os profissionais envolvidos nesse Guia pedem o favor de compartilhar essas informações, que estão checadas e confirmadas com especialistas em saúde, com o máximo de pessoas possível, sendo solidário e podendo salvar muitas vidas.

SE VOCÊ SUSPEITA OU ESTÁ COM SINTOMAS LEVES DE COVID-19

  • Tenha em casa dipirona ou paracetamol para controlar a febre e ajudar na dor no corpo
    Os dois medicamentos são oferecidos gratuitamente pelo SUS. Converse com a sua agente comunitária de saúde para levar os remédios até você ou peça para alguém buscá-los na Unidade Básica de Saúde mais próxima à sua casa usando máscara ou cobrindo o rosto com uma camiseta de algodão.

  • Monitore sempre a temperatura, se possível usando um termômetro
    Há modelos por cerca de R$ 10. Mas caso não tenha, você conseguirá checar as variações de temperatura com a mão na testa ou por causa dos constantes calafrios. A febre causada pela covid-19 costuma ser alta, é fácil de perceber. Para ajudar a ficar confortável e lidar com os sintomas, dipirona ou paracetamol são recomendados de 8 em 8 horas. Cuidado com os anti-inflamatórios (tipo ibuprofeno), que nos últimos anos viraram "bala" e algumas pessoas usam inocentemente para dores em geral e podem agravar quadro de covid-19.

Em caso de tosse, uma mistura de limão e mel pode funcionar tão bem quanto alguns xaropes da farmácia. Então, dê preferência ao tipo caseiro num primeiro momento. Para os que são medicamentos, só use com recomendação médica pois alguns duplicam os analgésicos e é perigoso.

  • Tome bastante água, alimente-se bem e limpe tudo o que tocar com água e sabão
    Se você ou alguém da sua comunidade sofre com desabastecimento de água, falta de comida ou produtos de higiene, peça ajuda. Sua casa precisará de água limpa e potável, comida e produtos de higiene. Os que estão saudáveis poderão mobilizar esforços para salvar a sua vida. Não tenha vergonha, quando tudo passar você retribuirá a atenção.

Quem está doente precisa beber no mínimo dois ou três litros de água por dia (que podem ser também na forma de chás, sucos ou sopas). Hidrate-se toda hora porque o vírus acomoda-se mais rápido em garganta seca. Faça no mínimo três refeições por dia para o corpo se recuperar. Tenha um pequeno estoque de chás, canja de galinha, sopas diversas e sucos de limão, laranja e etc. Eles não fazem mal, mas também não curam. São tão importantes quanto qualquer outra fonte de água e vitaminas para o seu corpo. Cuide bem dele, é ele que vai fazer todo o trabalho de te curar.

Não deixe faltar água e sabão, pois tudo o que tocar precisará ser higienizado para não contaminar outras pessoas. Ou seja, mesas, balcões, móveis, torneiras e maçanetas de portas precisarão ser limpos constantemente.

  • Faça repouso

Todo doente precisa descansar e muito. Não saia de casa mesmo se começar a se sentir melhor. Toda pessoa com covid-19 deve ficar isolada em repouso por 14 dias.

O quadro da doença pode se agravar, principalmente em pessoas dos grupos de risco. Geralmente, isso acontece entre o 5º e 7º dia. Nesse período, é preciso estar mais atento à falta de ar, à sensação de cansaço e fraqueza e aos sinais de tontura e confusão mental. Caso tenha esses sintomas, é necessário ir à UBS para ser avaliado e, caso necessário, ser encaminhado a algum hospital de referência.

ORIENTAÇÕES PARA QUEM DIVIDE A CASA COM ALGUÉM INFECTADO

  • Tente isolar um canto da casa para o doente
    Nem todas as famílias conseguem ter um cômodo separado para a pessoa infectada, mas é preciso fazer o possível para reduzir os riscos de infectar as outras pessoas que moram na casa. Mova móveis de lugar ou use um tapete para determinar uma área o mais isolada possível para o paciente. Tente limitar a movimentação da pessoa em isolamento domiciliar e minimizar ao máximo o compartilhamento de espaço.

O contato entre as pessoas que moram juntas também deve ser feito com muito cuidado. Mantenha sempre 2 metros de distância, nunca deixe quem está doente dormir na mesma cama com outra pessoa. Todos na casa devem usar máscara ou pano de algodão cobrindo o rosto o tempo inteiro.

  • Limite o número de cuidadores
    O ideal é atribuir a função de cuidador a apenas uma pessoa, que esteja com boas condições de saúde, sem ser do grupo de risco. Em todos os contatos com o doente, o cuidador precisa estar sempre de máscara bem ajustada, que cubra a boca e nariz, e ter total atenção para não tocar nela durante o uso, além trocar a máscara quando ela estiver molhada.

A pessoa adoecida deve permanecer o maior tempo possível com a máscara. Se não tolerar, deve realizar rigorosamente cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar com a parte de dentro do cotovelo, ou utilizando lenço descartável, e descartar os materiais usados para a higiene respiratória.

  • Ventile o ambiente e limpe tudo

Deixe as janelas sempre abertas para o ar circular. Se tiver ventilador, ele pode ser posicionado virado para as portas e janelas, promovendo a troca de ar do ambiente externo com o interno.

Higienize com frequência móveis, aparelhos domésticos e maçanetas com água e sabão, álcool 70% ou água sanitária. Se tiver um umidificador, deixe perto do doente quando for dormir. Se não tiver, pode ligar o chuveiro na água quente ou fazer uma inalação com água quente numa bacia para respirar o vapor.

  • Crie a rotina de limpeza das mãos

Lave com água e sabão, respeitando os cinco momentos de higienização:
1 - antes de contato com a pessoa;
2 - antes da realização de qualquer contato ou procedimento;
3 - após risco de exposição a fluidos biológicos (como tirar a temperatura, ajudar a trocar de roupa ou alimentar-se);
4 - após contato com a pessoa;
5 - após contato com áreas próximas à pessoa, mesmo que não tenha tocado a pessoa, cuidando direta ou indiretamente da pessoa.

Enxugue as mãos preferencialmente com toalha de papel. Se não tiver, use toalha de pano limpa e troque por outra quando ela estiver molhada.

  • Deixe produtos de higiene no banheiro

No caso de banheiro compartilhado, é importante deixar produtos à mão para higienizar o local após cada uso da pessoa infectada. Tudo em que o paciente encostar, como vaso sanitário, descarga e torneira da pia e do chuveiro, deve ser higienizado com uma solução de água sanitária com água, álcool 70% ou esfregando água e sabão com uma buchinha.

  • Separe roupas e utensílios

Pratos, copos e talheres devem ficar separados porque o vírus pode permanecer vivo nas superfícies por até três dias. Separe também roupas de cama, sem nunca compartilhá-los. Estes itens deverão ser limpos com água e sabão após o uso e poderão ser reutilizados. A roupa contaminada para lavar precisa ficar num saco plástico, separada das roupas dos outros integrantes da casa. Não agite e evite o contato da pele nessa roupa usada pelo doente. Tudo o que a pessoa com covid-19 usar deve ser lavado com água e sabão em pó. Pode-se usar máquina de uso doméstico comum. Deixa todas as roupas secarem bem antes de usar de novo.

  • Visitas nem pensar!

Essa dica vale para todo mundo nesse momento, mas para casas com pessoas infectadas é ainda mais importante: não é a hora de receber visitas. Se alguém precisar entregar alguma coisa, a pessoa deve permanecer fora da casa. Se um morador ficar doente, todo mundo que mora com a pessoa deve ficar em isolamento por 14 dias.

QUANDO IR A UM HOSPITAL OU LIGAR PARA O SAMU (192)

  • Um pouco de "cansaço" para respirar todos os doentes podem sentir, mas se isso se intensificar com dor torácica, respiração ofegante, sensação de desmaio, palpitações, vômito e febre alta é indispensável procurar assistência médica.

  • Se a febre estiver muito alta (a partir de 39ºC), não baixar com o uso de medicamentos antitérmicos (como a dipirona e o paracetamol), em caso de falta de ar ou se a pessoa aparentar ter dificuldades de falar ou raciocinar é hora de buscar atendimento.

  • Febre alta será comum em algum momento mesmo nos casos que não complicarão. Mas é preciso procurar um médico no caso de febre maior que 39°C ou sem abaixar por 4 dias ou mais. Esse foi o critério adotado pela Prefeitura de São Paulo para internação em Hospitais de Campanha dos casos "leves" até aqui.

  • Cheque qual a unidade básica de saúde ou hospital de referência no tratamento da covid-19 está mais perto. É importante chegar lá já de máscara ou com um pano de algodão enrolado no rosto para cobrir a boca e o nariz. Ali, a pessoa será encaminhada para uma área específica para suspeitos de covid-19 para aguardar atendimento.

  • Ao ligar para SAMU 192 ou para o serviço de transporte hospitalar recomendado por um agente de saúde, informe que o paciente está em isolamento domiciliar por causa da covid-19.

Fontes: Unaí Tupinambás, infectologista e membro do comitê de enfrentamento da covid-19 da Prefeitura de Belo Horizonte; Adailton Costa, agente de saúde de Santarém (PA), estudante de bacharelado interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal do Oeste do Pará e membro do Sindicato dos trabalhadores em Saúde Pública do Estado do Pará (SINTESP); Mariane Ceron, psicóloga e gestora de serviços do SUS em uma organização social parceira de municípios e estados de todo país.

Agradecimento especial para a Rede de Apoio às Famílias de Vítimas da covid no Brasil que, com base em orientações de médicos, enfermeiros e agentes de saúde voluntários e Ministério da Saúde, fez a base deste guia de recomendações.

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