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Da lâmpada a novo planeta: veja oito jovens que viraram gênios da ciência

Wolf Cukier, que descobriu novo planeta - Reprodução/Instagram
Wolf Cukier, que descobriu novo planeta Imagem: Reprodução/Instagram

Raphael Evangelista

Colaboração para Tilt

18/02/2020 04h00

Pode ser que você tenha visto a história do Wolf Cukier, um jovem de 17 anos que surpreendeu o mundo da ciência ao descobrir, em seu terceiro dia de estágio na Nasa, a existência de um novo planeta.

A história rodou o mundo e chamou atenção de muita gente pela sorte, destreza ou inteligência —chame como quiser— de alguém tão jovem conseguir tal façanha. Segundo Cukier, a princípio imaginou que fosse um eclipse estelar, mas para a alegria dele, estava enganado.

Mas ele não está só. Relembre, ou conheça, outros meninos e meninas prodígio que fizeram grandes descobertas antes dos 25 anos de idade.

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Imagem: Divulgação

Thomas Edison

Se não bastasse ter inventado a lâmpada incandescente, a câmera de cinema, embalagens a vácuo e a mãe das baterias dos carros, quando tinha 16 anos Edison criou o seu primeiro invento. Era um "repetidor automático", com a função de transmitir sinais de telégrafo entre estações não tripuladas. Dessa forma era possível repetir a mensagem inteira em caso de outro operador não estivesse na outra estação no momento em que a mensagem foi inicialmente transmitida.

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William Yuan

Aos 12 anos de idade, o estudante de Portland (EUA) inventou a célula solar 3D. Ela serve para absorver tanto raios ultravioleta quanto luz visível, enquanto a maior parte das células solares consegue captar apenas os raios UV. Na época, Yuan ganhou reconhecimento e também uma bolsa de estudos de US$ 25 mil.

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João Paulo Guerra Barrera

Talvez seja o João Paulo o mais prodígio dessa lista. O brasileiro que aos nove (sim, você leu certo) anos de idade inventou um coletor de lixo espacial e foi premiado pela ESA (Agência Espacial Europeia). E acredite ou não, essa não foi a primeira vez em que o garoto foi premiado por uma instituição do gênero. Ele também já havia sido premiado pela Nasa aos sete anos de idade e se tornou a pessoa mais jovem a conseguir a honraria.

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Brittany Wenger

Depois de acompanhar o drama de uma prima que tinha câncer de mama, a norte-americana desenvolveu um software capaz de detectar leucemia simulando um cérebro humano. Com isso, poderia checar a possibilidade de diagnosticar células malignas nas mamas. A ideia dela fez com que conquistasse um prêmio da Google Science Fair em 2012, aos 17 anos. Graças a essa invenção de Wenger, o índice de detecção de células malignas subiu para 99,11%, e tende a aumentar com o uso e consequente aumento da base de dados do programa.

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Param Jaggi

Com 17 anos, o jovem do Texas (EUA) criou um dispositivo que transforma a fumaça dos veículos, nocivo à saúde, em oxigênio respirável. Seu invento captura o dióxido de carbono da fumaça e usa-o em um processo de fotossíntese das plantas. O aparelho usa algas para converter o gás em oxigênio e biomassa, e tem a capacidade de ser usado em todos os veículos, de carros a motos e até caminhões.

Divulgação/Flickr Alexander Kendrick
Imagem: Divulgação/Flickr Alexander Kendrick

Alexander Kendrick

O adolescente do Novo México (EUA) encontrou uma forma de melhorar as comunicações em explorações de cavernas. Em 2009 criou um aparelho que transmite dados em baixa frequência e consegue penetrar em rochas, sendo muito útil para rápido resgate de vítimas de acidentes em locais abaixo da superfície e também para pesquisadores. Seu aparelho teve êxito ao transmitir uma mensagem estando a 300 metros de profundidade.

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Easton LaChappelle

O adolescente norte-americano criou aos 19 anos um braço mecânico feito com uma Power Glove, um aparelho bastante antigo da Nintendo. Além dos sensores da Power Glove, a máquina criada pelo adolescente usa alguns componentes fabricados em uma impressora 3D e um capacete de eletroencefalografia que controla o membro com o pensamento, sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica.

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Anna Luisa Beserra

Aos 21 anos de idade, a brasileira foi a primeira brasileira premiada pela ONU por criar o Aqualuz, um filtro que usa raios solares para matar bactérias e tornar a água potável. A ideia surgiu quando ela tinha 15 anos e estava no ensino médio, e no período participou do programa Jovem Cientista, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). O Aqualuz é um reservatório criado com uma superfície de vidro acoplado à cisterna. A água é bombeada até o dispositivo e o processo de limpeza acontece automaticamente ao receber os raios solares.

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