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Vasco tem retrospecto positivo contra venezuelanos

28/10/2020 07h15

O Vasco entra em campo, nessa quarta-feira, para enfrentar o Caracas, pela Copa Sul-Americana, contando com um retrospecto positivo contra venezuelanos para encerrar o atual jejum de vitórias. A equipe não vence desde 13 de setembro, quando bateu o Botafogo por 3 a 2, pelo Campeonato Brasileiro. Desde então, foram sete derrotas, dois empates e nenhum triunfo. Série negativa que o time pretende frear esta noite, em São Januário.

Essa será a primeira vez que o clube terá pela frente uma equipe da Venezuela em um duelo de Sul-Americana, no entanto, na Libertadores, já ocorreram três encontros. Em 1980, o Cruz-Maltino entrou no Grupo 3 da competição, ao lado do Internacional e de dois venezuelanos: os Deportivos Táchira e Galícia. Contra o primeiro, duas vitórias por 1 a 0, com Jorge Mendonça e Peribaldo marcando os gols. Contra o segundo, um empate em 0 a 0 fora, mas uma goleada por 4 a 0 no Rio de Janeiro, com Peribaldo - novamente -, duas vezes, Jorge Mendonça e Paulinho construindo o placar.

Em 2001, quando o Vasco foi semifinalista da Libertadores, um novo encontro com venezuelanos. E, mais uma vez contra o Táchira, duas vitórias vascaínas: 1 a 0 fora, com gol de Euller, e 3 a 2 na Colina, com dois de Romário e um de Dedé Panterinha.

A única derrota dos cariocas para um time da Venezuela aconteceu em 1969, num torneio amistoso. Um 1 a 0 para o Deportivo Itália - hoje chamado de Deportivo Patare - pela Copa Carnaval de Caracas, que contou também com a participação do Dínamo de Moscou, da Rússia.

Quatorze anos depois, em 83, um outro duelo em uma competição não-oficial: o Torneio Bicentenário Simon Bolivar. Com dois gols de Roberto Dinamite e um contra de Escarpécio, o Cruz-Maltino triunfou por 3 a 0.

Agora, contra o Caracas, o Vasco espera que o bom retrospecto contra venezuelanos seja mantido, para que as vitórias retornem à São Januário. Pode ser a primeira com o português Ricardo Sá Pinto no comando técnico do time.

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