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Em ano de frustração, Cuesta é símbolo do que deu certo no Inter em 2019

09/12/2019 11h43

É bem verdade que a expectativa do torcedor do Internacional era de chegar ao fim de 2019 voltando a soltar o grito de campeão seja no âmbito estadual como nacional ou mesmo continental. Algo que, aliás, acabou "batendo na trave" nas finais do Gauchão (derrota nos pênaltis para o Grêmio) e da Copa do Brasil quando acabou vendo a conquista em pleno Beira-Rio ir para o Athletico-PR.

?Todavia, dentro do ano que também contou com a troca de comando técnico onde Odair Hellmann deu lugar a Zé Ricardo que também não deve ficar estando próxima a oficialização do argentino Eduardo Coudet, um dos nomes que parece ter ficado "blindado" a essa variação de emoções foi o zagueiro argentino Víctor Cuesta.

Tendo chegado em 2017 ao Colorado, ano onde o clube lutava para retornar a elite do futebol nacional, o jogador formado no Arsenal de Sarandí sempre demonstrou qualidade técnica e tempo de bola capazes de solidificar sua posição com autoridade. Já havia sido assim no seu primeiro ano, manteve o nível em 2018 e, na temporada que se encerrou no último domingo (8), não foi diferente.

Ao lado de outro jogador que também foi extremamente regular, Rodrigo Moledo, chegou a formar uma dupla de zaga que apresentava capacidade de rivalizar com a do maior rival (Geromel e Kannemann) sem deixar nada a desejar em segurança e eficiência.

Fato é que muitas coisas podem mudar no que se refere a chegada de Coudet e do que pode ser feito na formatação do elenco entre chegadas e saídas. Porém, se existe uma peça no elenco do Internacional que pode se sentir segura mediante ao futebol apresentado, essa peça é Víctor Cuesta.

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