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Fernando Santos avalia derrota para a Alemanha e projeta partida contra a França: "Só dependemos de nós"

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

22/06/2021 13h33

A Seleção Portuguesa foi derrotada para a Alemanha no último sábado por 4 a 2. O resultado embolou a classificação do grupo F da Eurocopa, considerado o "grupo da morte" da competição. Todos seus integrantes (Alemanha, França, Hungria e Portugal) têm chances de classificação.

Em coletiva de imprensa, o treinador português Fernando Santos analisou a derrota de seu time para os alemães e percebeu seus jogadores reagindo após a partida: "Todos temos a noção da responsabilidade, mas a equipe, no dia seguinte, já estava reagindo e na curva ascendente, pois temos jogadores muito experientes, que estão habituados a reagir", disse.

Porém, o técnico assumiu que nem tudo corre bem com seu time.

"Analisamos bem o jogo com a Alemanha e penso que todos chegamos a uma conclusão: o espírito de Portugal, infelizmente, não foi aquele que esteve no jogo com a Alemanha. Houve coisas positivas, houve vontade, mas uma equipe que em 58 jogos só uma vez sofreu três gols e agora sofreu quatro é porque alguma coisa não está correndo bem. Temos noção disso"

Nesta quarta-feira, Portugal enfrenta a líder da chave França, às 16h (de Brasília), em Budapeste. Se vencer, conseguirá a classificação para as oitavas de final da Euro. Fernando Santos analisou seu próximo adversário.

"Joga com três atacantes móveis, com dois meias que atacam bem a profundidade. Não temos a questão de haver superioridade numérica do adversário, se nos concentrarmos e melhorarmos a intensidade, quando tivermos bola sairemos para jogar, obrigando o adversário a se movimentar e se cansar. No fundo, é aquilo que as equipes grandes têm de fazer: defender bem e atacar bem para poderem ganhar jogos", comentou.

"Partimos para este jogo, só dependendo de nós próprios. Agora temos de fazer o nosso trabalho em todas as variantes, estratégicas, mentais, vontade, entrega, determinação, solidariedade. Também esperamos isso da França, obviamente, mas dependemos de nós", encerrou.

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