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Condução do futebol do Botafogo já sofre com questionamentos

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

05/05/2021 19h21

O Botafogo está com dificuldades para engrenar na temporada de 2021. Com isso, a condução do futebol no clube começa a ser questionada. Vários paralelos são traçados com a situação do Vasco, e o Alvinegro se mostra muito atrás do Cruzmaltino.

Botafogo e Vasco disputarão a Série B em 2021 após um Brasileirão muito ruim na temporada passada. Ambos tiveram eleições no final do ano e uma nova gestão assumiu em janeiro. Em ambos foi feita uma reformulação no departamento de futebol, com troca de comissão técnica, dispensa de jogadores e contratação de reforços.

Os problemas financeiros atingem os dois clubes e a chegada de reforços obedeceu critérios rígidos quanto ao custo de contratação e teto salarial. Enquanto o Vasco se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil e terminou a Taça Guanabara em quinto lugar, o Botafogo foi eliminado no mata-mata e fechou o Carioca em oitavo.

Dentro de campo é nítida a evolução vascaína, mas no Alvinegro só o técnico Marcelo Chamusca consegue enxergar uma melhora no trabalho.

Sob a batuta do diretor de futebol Eduardo Freeland, o Alvinegro contratou 12 reforços: Douglas Borges, Jonathan, Gilvan, Joel Carli, Rafael Carioca, Ricardinho, Pedro Castro, Matheus Frizzo, Marcinho, Felipe Ferreira, Marco Antônio e Ronald. O Vasco, por sua vez, contratou sete, mas de nível consideravelmente melhor.

A questão está preocupando a diretoria e o CEO Jorge Braga, que veem o início da Série B se aproximar no final deste mês. O time precisa de reforços, mas com a autonomia de Freeland questionada, o resultado está sendo a inércia.

Chamusca tem quatro semanas cheias para preparar a equipe para encarar o Vila Nova, em Goiânia, na primeira rodada do Brasileiro. Com a segunda divisão mais competitiva da história pela frente, com Vasco, Cruzeiro, Goiás, Coritiba, Vitória e Ponte Preta, existe razão real para temer pelo futuro.

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