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Fluminense tenta renovar com Odair em meio a impasse com Dodi

redacao@gazetaesportiva.com (Redação)

30/10/2020 18h50

O Fluminense segue tentando administrar as renovações de contrato no futebol do clube. Enquanto o caso do volante Dodi, cujo vínculo termina em dezembro, atingiu um impasse, a diretoria espera que as tratativas com o técnico Odair Hellmann sigam outro rumo.

O contrato do treinador termina no final do Campeonato Brasileiro, em fevereiro, e o Tricolor quer estendê-lo até o fim de 2021. Após sofrer pressão para demiti-lo quando da eliminação da Copa do Brasil, o presidente Márcio Bittencourt bancou o comandante e agora a equipe atravessa uma boa fase.

Em quarto lugar no Campeonato Brasileiro, e disputando apenas uma competição, o Flu está bem cotado para conquistar uma vaga na Libertadores no ano que vem. Invicto a sete partidas, o Tricolor enfrenta o Fortaleza neste sábado no Maracanã.

Vendo a repercussão do trabalho de Odair, que já foi sondado por clubes de dentro e de fora do Brasil, a diretoria quer garantir seu trenador para a próxima temporada.

A situação de Dodi, entretanto, parece mais longe de um final feliz. O jogador, que foi uma aposta do clube na temporada, se tornou uma das referências da equipe de Odair. Com salário abaixo até de jogadores recém promovidos aos profissionais, o jogador quer uma valorização para renovar.

O Flu fez uma proposta com reajustes escalonados nos próximos três anos. Em entrevista ao portal "ge", o empresário do jogador, Carlos Escuro, foi taxativo.

"Nós queremos uma valorização. Isso não é valorização. Eu sei que há casos e casos. Sabemos que há jogadores no grupo que ganham muito mais do que isso. Tem meninos que estão subindo da base que ganham mais ou a mesma coisa que o Dodi. Eu acho que ele que tem que valorizar o menino", afirmou.

O representante do jogador rejeitou de pronto a oferta tricolor, e nem se viu em condição de contrapropor, já que há um abismo entre os valores oferecidos e o que ele entende que o jogador merece.

Dodi continua afirmando que sua prioridade é ficar no clube, mas por enquanto não há sinais de que a diretoria irá ceder.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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