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Em empate, SPFC atinge pior marca de perdas de posse de bola no Brasileirão

Hernán Crespo, técnico do São Paulo, em partida contra o América-MG - FLAVIO CORVELLO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Hernán Crespo, técnico do São Paulo, em partida contra o América-MG Imagem: FLAVIO CORVELLO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Eder Traskini

Do UOL, em Santos (SP)

23/09/2021 04h00

A fase do São Paulo não é das melhores, mas poucas vezes no Brasileirão o time esteve tão inoperante quanto no empate por 0 a 0 com o América-MG na noite de ontem (22). O Tricolor paulista entregou 165 vezes a bola de presente aos mineiros, sua pior marca no campeonato.

O número é 29% mais alto do que a média do time de Hernán Crespo nos últimos 15 jogos, quando o São Paulo somou 128 perdas de posse por jogo em média, segundo o site "Sofascore".

Rigoni foi quem mais perdeu a posse da bola, 23 vezes, seguido por Igor Gomes, com 18, Nestor, com 16, e Reinaldo e Galeano, com 15.

O Tricolor já tinha perdido 15% mais vezes a posse da bola, somando 148, no duelo como Atlético-GO, no domingo passado, quando venceu por 2 a 1, mas sofreu uma pressão dos goianos no fim da partida. Em todas as outras 15 partidas ficou abaixo das 140 perdas de posse.

Isso aconteceu mesmo com o treinador argentino optando por uma formação com quatro meio-campistas no time tiular (Luan, Nestor, Gomes e Sara —o que supostamente deveria render mais articulação ao time.

Em todos os 53 jogos da temporada, só duas vezes o São Paulo entregou a bola ao adversário mais do que 165 vezes: nos clássicos contra Santos e Corinthians, pelo Paulistão, quando somou 199 e 179 perdas de posse, respectivamente.

Não só esse número, mas a quantidade de chutes no gol ajudam a explicar o desempenho fraco do São Paulo de Crespo ontem (22). Foram somente seis chutes, o menor número desde a eliminação da Copa Libertadores para o rival Palmeiras.

O Tricolor paulista volta a campo neste sábado (25) quando terá pela frente o líder Atlético-MG, no Morumbi, pela 22ª rodada do Brasileirão.

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