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Cruzeiro: Renovação de Ariel Cabral foi 76,8% mais cara do que contratação

Ariel Cabral chegou ao Cruzeiro em 2015, com Gilvan de Pinho, e renovou contrato em 2018, com Pires de Sá e Itair Machado - Vinnicius Silva/Cruzeiro
Ariel Cabral chegou ao Cruzeiro em 2015, com Gilvan de Pinho, e renovou contrato em 2018, com Pires de Sá e Itair Machado Imagem: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

20/06/2020 04h00

Resumo da notícia

  • Ariel Cabral foi contratado pelo Cruzeiro, de forma gratuita, em agosto de 2015
  • Em março de 2018, teve o contrato renovado até o fim deste ano
  • O clube só gastou com comissionamento nas duas operações realizadas
  • Porém, a prorrogação do acordo foi 76,8% mais dispendiosa que o valor para firmar o primeiro compromisso
  • Ao todo, a administração de Gilvan de Pinho Tavares gastou R$ 712.427,50 no negócio de 2015
  • A gestão seguinte, liderada por Wagner Pires de Sá e Itair Machado, pagou R$ 1.260.000,00

Ariel Cabral foi contratado pelo Cruzeiro, de forma gratuita, em agosto de 2015. Em março de 2018, teve o contrato renovado até o fim deste ano. O clube só gastou com comissionamento nas duas operações realizadas. Porém, a prorrogação do acordo foi 76,8% mais dispendiosa que o valor para firmar o primeiro compromisso.

Em agosto de 2015, Gilvan de Pinho Tavares era o mandatário do clube. A sua administração pagou R$ 120.487,50 à Intersports Consultoria Desportiva e R$ 591.940,00 à RAB Sport Agenciamento Esportivo. Ao todo, o clube gastou R$ 712.427,50 no negócio. A gestão seguinte, liderada por Wagner Pires de Sá e Itair Machado, desembolsou mais para renovar o contrato em março de 2018. Foram pagos R$ 1.260.000,00 à RAB Sport Agenciamento Esportivo.

O Cruzeiro detém 100% dos direitos econômicos do jogador de 32 anos. No entanto, há uma carta de comissionamento que permite à RAB Sport Agenciamento Esportivo faturar 40% de uma eventual negociação do meio-campista.

Há um aditivo no contrato de Ariel Cabral que permite mais uma renovação contratual a partir de 9 de agosto de 2020, conforme um número de partidas disputadas pelo atleta. Contudo, diante da pandemia do novo coronavírus, a opção pode ficar para segundo plano.

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