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Desembargador cita "calamidade" no Maracanã e anula multa aplicada ao Vasco

Torcida do Vasco entrou no Maracanã com quase 30 minutos de jogo - Thiago Ribeiro/AGIF
Torcida do Vasco entrou no Maracanã com quase 30 minutos de jogo Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF

Do UOL, no Rio de Janeiro

19/02/2019 16h00

Em agravado de instrumento datado em 18 de fevereiro de 2019, o desembargador André Emilio, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), anulou a multa de R$ 500 mil que havia sido aplicada ao Vasco pela desembargadora Lúcia Helena do Passo caso o clube descumprisse suas determinações no que se refere à abertura dos portões do Maracanã, na final da Taça Guanabara, contra o Fluminense, realizada no último domingo (17). A divulgação do documento foi feita pelo site "Casaca!", grupo político cruzmaltino.

Integrantes deste grupo, inclusive, auxiliaram o departamento jurídico do Vasco durante todo o processo, caso, por exemplo, do advogado Leonardo Rodrigues, que fazia parte do setor na gestão Eurico Miranda.

Em um dos argumentos para sustentar seu agravo de instrumento e liberar a abertura dos portões, o desembargador André Emilio citou a "calamidade instaurada, com tumultos, confusões e brigas" do lado de fora do estádio, um fator de convencimento do presidente cruzmaltino Alexandre Campello no dia da partida.

Confirma abaixo à íntegra do agravo:

Página 1 do agravo do TJ-RJ divulgado pelo site "Casaca!" - Divulgação / Casaca - Divulgação / Casaca
Imagem: Divulgação / Casaca
Página 2 do agravo do TJ-RJ divulgado pelo site "Casaca!" - Divulgação / Casaca - Divulgação / Casaca
Imagem: Divulgação / Casaca
Página 3 do agravo do TJ-RJ divulgado pelo site "Casaca!" - Divulgação / Casaca - Divulgação / Casaca
Imagem: Divulgação / Casaca
Página 4 do agravo do TJ-RJ divulgado pelo site "Casaca!" - Divulgação / Casaca - Divulgação / Casaca
Imagem: Divulgação / Casaca

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