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Novo presidente espera levar Portuguesa 'de volta aos tempos áureos'

Ilídio Lico substituirá Manuel da Lupa (foto) na presidência da Portuguesa - Rubens Cavallari/Folhapress
Ilídio Lico substituirá Manuel da Lupa (foto) na presidência da Portuguesa Imagem: Rubens Cavallari/Folhapress

Do UOL, em São Paulo

04/12/2013 11h48

Sem adversário, Ilídio Lico foi eleito presidente da Portuguesa na última segunda-feira. Vice do clube na década de 90, ele ficará no cargo pelo próximo triênio (2014 a 2016), em substituição ao ex-presidente Manuel da Lupa, para quem havia sido derrotado nas eleições do final de 2010. E a expectativa de Lico é uma só: recolocar a Lusa entre os principais clubes brasileiros.

“A minha expectativa e vontade é fazer com que a Portuguesa volte aos tempos áureos, como quando fomos vice-campeões brasileiros em 1996. Nos oito anos seguidos em que estive no futebol, em três consecutivos nós ficamos entre os melhores clubes do Brasil”, disse o mandatário em entrevista à Federação Paulista de Futebol (FPF).

Lico assume a presidência apenas no dia 2 de janeiro, mas ele espera que a atual diretoria já abra espaço para algo comece a ser planejado para o Campeonato Paulista.

“Ainda estamos dando início a esse trabalho. Vamos formar uma gerência que atue paralelamente conosco. A atual administração precisa ter bom senso de abrir espaço para nos programarmos. O Paulistão começa no dia 18 e é necessário que tenhamos essa abertura para iniciarmos os trabalhos”, comentou.

E uma das primeiras medidas a serem tomadas, de acordo com o presidente, é reduzir o número de jogadores do elenco.

“Quando fiz uma palestra com o elenco, na última quinta, fiquei abismado. Tinham 45 atletas. Um absurdo. Do que eu conheço sobre futebol, isso está errado. É muito jogador, causa dificuldade para o treinador, para a comissão técnica. Não tem cabimento. Não é isso que eu quero”, acrescentou Lico, que ainda analisou o trabalho de seu antecessor.

“Vamos nos preocupar em ter uns cinco atletas da base porque não tem jeito. Não quero criticar o atual presidente, mas ele ficou nove anos no cargo e não conseguiu fazer o melhor, não sei se por falta de sorte ou outra coisa. Nesse período, não colocamos nenhum jogador na Seleção Brasileira. Isso dificulta muito para vender um atleta, como acontece em todo clube. Isso é a cultura do futebol brasileiro”, completou.

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