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Mauro Cezar Pereira

ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Com Diego Aguirre, Internacional deve ser mais parecido com o de Abel Braga

Diego Aguirre durante treino do Inter - Ricardo Duarte/SC Internacional
Diego Aguirre durante treino do Inter Imagem: Ricardo Duarte/SC Internacional
Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

23/06/2021 09h50

Diego Aguirre estreia no Internacional diante da Chapecoense às 19 desta quinta-feira. Será o quarto treinador do elenco em pouco mais de sete meses, após Eduardo Coudet, Abel Braga e Miguel Ángel Ramírez.

Pelo perfil do uruguaio, a tendência é vermos um time mais parecido com o do único brasileiro desse quarteto: pouca posse de bola e velocidade. Era assim o São Paulo em 2018, quando liderou por seis rodadas, mas terminou em quinto, com o treinador indo embora antes do final, após sequência de maus resultados que fez o time despencar na classificação.

Os tricolores eram uma das equipes com menor posse de bola e média de passes trocados no campeonato brasileiro daquele ano. Defesa firme, velocidade e rápida definição das jogadas compunham o conjunto de armas básicas da equipe. Como o time de Abel no certame passado.

A velha fórmula deu resultado, por algum tempo. Mas não foi o bastante para levar ao título, perdido para outro time de estilo não muito diferente, mas com elenco mais qualificado, o Palmeiras de Luiz Felipe Scolari. Resta saber se ela será tão competitiva três anos depois. Ou se Aguirre surpreenderá com um novo estilo de jogo em sua volta ao futebol brasileiro.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL