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Mauro Cezar Pereira


Corinthians chega a 3 derrotas e apenas uma vitória nos 5 últimos jogos

Mauro Cezar Pereira

Mauro Cezar Pereira nasceu em Niterói (RJ) e é jornalista desde 1983, com passagens por vários veículos, como as Rádios Tupi e Sistema Globo. Escreveu em diários como O Globo, O Dia, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e Valor Econômico; além de Placar e Forbes, entre outras revistas. Na internet, foi editor da TV Terra (portal Terra), Portal AJato e do site do programa Auto Esporte, da TV Globo. Trabalhou nas áreas de economia e automóveis, entre outras, mas foi ao segmento de esportes que dedicou a maior parte da carreira. Lecionou em faculdades de Jornalismo e Rádio e TV. Colunista de O Estado de S. Paulo e da Gazeta do Povo, desde 2004 é comentarista dos canais ESPN.

22/02/2020 17h44

Foram 508 passes certos, 60,5% do tempo com a posse de bola, 19 finalizações (sete no alvo) e apenas um gol, pelos números do Footstats. Assim o Corinthians perdeu por 2 a 1 para o modesto Água Santa, que chutou duas bolas na direção do gol e deixou o gramado com surpreendentes três pontos ganhos na conta.

Neste sábado carnavalesco, o Corinthians comandado por Tiago Nunes chegou a um retrospecto terrível em seus últimos cinco compromissos. O time perdeu três vezes, somou um empate e obteve somente uma vitória. E ela de nada adiantou, pois os 2 a 1 sobre o Guaraní classificaram o clube do Paraguai na Copa Libertadores da América.

Foi apenas a segunda vitória do Água Santa em oito partidas pelo Campeonato Paulista — antes batera a Ferroviária. O Corinthians reclama de mão na jogada do gol nos acréscimos que decretou a derrota. A queixa é pertinente, a bola tocou o braço de Robinho antes de ele marcar, nos acréscimos, o segundo gol.

Tiago Nunes abriu sua entrevista coletiva se desculpando com a torcida. Nas circunstâncias, melhor o treinador assumir que o time voltou a jogar mal do que se apoiar em reclamações contra o apito, mesmo com razão. Fosse um Corinthians ajustado, não perderia como perdeu. Mas ainda não é, e a distância dos ajustes ainda parece grande.

Mauro Cezar Pereira