Juca Kfouri

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Galo cresce e acredita. Azar do Grêmio

O Galo predominou sem dó nem piedade ao apresentar seu estádio ao Grêmio.

Abriu o placar com golaço de Guilherme Arana, desses de estufar a rede e por pouco não furá-la em sem-pulo espetacular ao aproveitar rebote de disputa de bola dentro da área.

Correu o risco de mandar a bola em Ipatinga, mas encontrou maravilhosamente a rede para retê-la.

Não foi só.

O lance mais perigoso dos gaúchos foi quase um gol contra da defesa mineira que acabou na trave.

Mas Edenilson também atingiu a trave gremista, além de outras duas boas chances que o Galo teve para ampliar, porque não recuou com a vantagem adquirida.

Dois gremistas históricos se enfrentavam, Renato e Felipão, e o mais antigo levava ampla vantagem.

Logo no começo do segundo tempo, aos 4 minutos, Hulk deu passe açucarado para Zaracho enfiar entre as pernas de Gabriel Grando, em jogada iniciada por Igor Gomes.

O Grêmio havia voltado com Nathan e Ferreira para ser mais ofensivo e logo levou a cacetada.

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Acostumado a virar jogos, o Grêmio não desistiu.

E logo tomou o 3 a 0, em grande jogada de Paulinho para Hulk finalizar.

Restava ao tricolor cantar um tango e Renato Portaluppi dar um abraço em Luiz Felipe Scolari.

A torcida atleticana soltou o coro: Eu acredito, eu acredito!

Eu avalio que seja muito difícil, mas reconheço: o time se acertou e está dando gosto de ver jogar.

Além disso, com mais um ponto se garante na Libertadores.

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Aos 40, Suárez, chutou na trave, porque o Grêmio não desiste nunca.

Reportagem

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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